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	<title>Comentários em: Uma encíclica em tempo de crise</title>
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	<description>Semanário Regionalista Independente</description>
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		<title>Por: A.Brandão Guedes</title>
		<link>http://www.jornaldesintra.com/2009/07/religiao/#comment-36</link>
		<dc:creator>A.Brandão Guedes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 16:02:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Antes de mais os parabéns pelo Blogue!&lt;br /&gt;Em segundo lugar o salientar a forma sintética e bem escrita deste artigo sobre a recente Enciclica de Bento XVI.São raros os comentários no nosso País sobre o documento, o que, aliás, só confirma a tradição de desinteresse dos portugueses sobre estas manifestações.&lt;br /&gt;A minha opinião sobre o documento de Bento VI ainda está em gestação e não está acabada.&lt;br /&gt;Sob ponto de vista formal considero, porém, este documento muito longo, algo disperso e onde algumas temáticas são várias vezes abordadas.Algumas com profundidade como o caso da ligação do desenvolvimento ao ambiente e outras muito ligeiramente abordadas como o caso do emprego  desemprego e a precariedade.Esta, como forma de flexibilidade, é uma das caracteristicas mais perversas da nossa sociedade!Aparentemente facilita a vida das empresas mas está a gerar gerações de trabalhadores que não sabem o que vai ser o dia de amanhã!A flexibilidade a todo o custo está a criar um homem novo num sistema económico que esté em crise...&lt;br /&gt;O Papa tem outras preocupações políticas, algumas de grande importancia, sem dúvida, como a governação mundial e a gestão da globalização.Todavia, o trabalho e o papel deste na vida das pessoas e dos povos continua a ser central.Assim como sindicalismo que é quase ignorado.Ora o sindicalismo continua a ser um movimento social imprescvindível na governação da globalização.&lt;br /&gt;Penso que sob ponto de vista ético e político o Papa veio dizer o que as ONGs (inclusive da Igreja), sindicatos mundiais e instituições da ONU já disseram!Mas é este precisamnete o papel da chamada &quot;doutrina  social da Igreja(ou da Hierarquia) como me dizia um militante da Acção Católica e sindicalista.Assumir como património da Igreja alguns aspectos fundamentais do debate social, ético, político e económico.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de mais os parabéns pelo Blogue!<br />Em segundo lugar o salientar a forma sintética e bem escrita deste artigo sobre a recente Enciclica de Bento XVI.São raros os comentários no nosso País sobre o documento, o que, aliás, só confirma a tradição de desinteresse dos portugueses sobre estas manifestações.<br />A minha opinião sobre o documento de Bento VI ainda está em gestação e não está acabada.<br />Sob ponto de vista formal considero, porém, este documento muito longo, algo disperso e onde algumas temáticas são várias vezes abordadas.Algumas com profundidade como o caso da ligação do desenvolvimento ao ambiente e outras muito ligeiramente abordadas como o caso do emprego  desemprego e a precariedade.Esta, como forma de flexibilidade, é uma das caracteristicas mais perversas da nossa sociedade!Aparentemente facilita a vida das empresas mas está a gerar gerações de trabalhadores que não sabem o que vai ser o dia de amanhã!A flexibilidade a todo o custo está a criar um homem novo num sistema económico que esté em crise&#8230;<br />O Papa tem outras preocupações políticas, algumas de grande importancia, sem dúvida, como a governação mundial e a gestão da globalização.Todavia, o trabalho e o papel deste na vida das pessoas e dos povos continua a ser central.Assim como sindicalismo que é quase ignorado.Ora o sindicalismo continua a ser um movimento social imprescvindível na governação da globalização.<br />Penso que sob ponto de vista ético e político o Papa veio dizer o que as ONGs (inclusive da Igreja), sindicatos mundiais e instituições da ONU já disseram!Mas é este precisamnete o papel da chamada &quot;doutrina  social da Igreja(ou da Hierarquia) como me dizia um militante da Acção Católica e sindicalista.Assumir como património da Igreja alguns aspectos fundamentais do debate social, ético, político e económico.</p>
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