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	<title>Jornal de Sintra &#187; Cultura</title>
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	<description>Semanário Regionalista Independente</description>
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		<title>[Capa 22-01-10] Miguel Torga continua a fazer história&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 12:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Monte Abraão]]></category>

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		<description><![CDATA[ERRATA: Por lapso, o artigo original, que aparece também na capa, refere-se à escola como sendo Escola EB 2,3 Miguel Torga. No entanto, esta é uma escola Secundária. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong> </strong><strong> </strong></p>
<div id="attachment_1422" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><a href="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/01/13.jpg"><img class="size-medium wp-image-1422    " title="Clara Rocha" src="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/01/13-225x300.jpg" alt="Clara Rocha" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Clara Rocha, a ler uma passagem de um livro de Miguel Torga, seu pai</p></div>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>…e a influenciar mentalidades. A Escola Secundária Miguel Torga dedicou o dia 18 ao seu patrono, escritor de referência da literatura portuguesa do século XX, com diversas actividades lúdicas e pedagógicas. </strong></p>
<p style="text-align: justify;">«O Homem só se descobre a descobrir», cita a professora universitária Clara Rocha, o legado vivo que o conhecido escritor português Miguel Torga deixou ao mundo, para além das obras que escreveu e que continuam a deleitar leitores. A conferência <strong> </strong>da filha do escritor, a par de várias outras actividades na Escola Secundária Miguel Torga, no dia 18 foi, segundo o próprio director, simbólica. “Esta conferência é, para nós, duplamente importante e não havia melhor forma de, por um lado comemorar hoje o Dia do Patrono, mas também iniciar as comemorações dos 25 anos da escola”, sublinhou José Carlos Morais da Cruz.</p>
<p style="text-align: justify;">A conferência centrou-se na obra A Criação do Mundo, um livro autobiográfico que simboliza a forte opinião de Miguel Torga relativamente à religião, contrapondo à visão bíblica a sua visão humanista. “É a sua própria criação do mundo, porque todos nós fazemos a nossa, nós criamos o nosso mundo de várias maneiras”, explicou Clara Rocha. O primeiro capítulo relata uma caminhada de casa para a escola que abre o primeiro dia da criação do mundo. “É uma imagem fundadora da descoberta individual do mundo”, sublinhou a filha do autor, e “toda a continuação do romance será feita de novas descobertas”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="../wp-content/uploads/2010/01/22.jpg"><img src="../wp-content/uploads/2010/01/22-300x225.jpg" alt="" /></a></strong><a href="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/01/31.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1410" title="Aspecto da assistência" src="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/01/31-300x225.jpg" alt="Aspecto da assistência" /></a></p>
<h2 style="text-align: justify;">De S. Martinho de Anta para o resto do mundo</h2>
<p style="text-align: justify;">Traduzido em várias línguas, de entre as quais japonês, chinês e hebraico, Adolfo Correia Rocha, que assinava sob o pseudónimo Miguel Torga, “foi considerado, ao longo de várias décadas, como uma espécie de consciência de Portugal”. Nascido em S. Martinho de Anta, uma aldeia transmontana que, como denota a sua obra, é o “centro do seu mundo”, cedo partiu para outras terras sem, no entanto, esquecer as suas origens. ”S. Martinho de Anta não é um lugar onde, é um lugar de onde”, escrevia num dos seus Diários Miguel Torga.</p>
<p>Romance, poesia, teatro, conto e ensaio são as várias formas sob as quais o escritor fez passar a sua mensagem que, entretanto, alcançou uma dimensão mais do que nacional. Apesar de ser um “escritor incómodo” no meio político, como destacou Clara Rocha, hoje é um dos autores de referência e uma das personalidades de destaque no seu tempo. A própria Escola Secundária Miguel Torga é disso um testemunho. “O exemplo dele, a intervenção, a cidadania, a liberdade, os objectivos que ele tinha para a vida dele enquanto cidadão e enquanto colectividade, são também os objectivos da escola”, explicou José Carlos Morais da Cruz. “A preocupação com o futuro, mas sempre numa perspectiva optimista e de incentivo, é a razão do nome desta escola”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><a href="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/01/5.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1412" title="Aspecto da escola" src="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/01/5-300x225.jpg" alt="Aspecto da escola" width="300" height="225" /></a></h2>
<h2 style="text-align: justify;"><a href="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/01/41.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1411" title="Director da escola e conferencista" src="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/01/41-300x225.jpg" alt="Director da escola e conferencista" width="300" height="225" /></a></h2>
<h2 style="text-align: justify;">Actividades paralelas por toda a escola</h2>
<p style="text-align: justify;">Foram várias as actividades que envolveram toda a comunidade escolar, desde jogos tradicionais, promovidos pela disciplina de educação física; um “quiz show”, promovido pelas disciplinas de português, francês e inglês; ateliês de artes plásticas; um “Torga Paper”, promovido por disciplinas de história, matemática, entre outras; partilhas de poemas; conferências com convidados como o ex-líder parlamentar Luís Fazenda, o jornalista Francisco Máximo, e o médico António Henriques; exposições. Até a ementa se enquadrou nas comemorações, com um prato tipicamente transmontano como protagonista.</p>
<p style="text-align: justify;">O dia foi também a ocasião escolhida para homenagear alunos que se destacaram em vários sectores, através da entrega de prémios de valor e excelência.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><a href="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/01/7.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1416" title="Exposição" src="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/01/7-300x225.jpg" alt="Exposição" width="300" height="225" /></a></h2>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;"><a href="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/01/6.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1415" title="Atelier" src="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/01/6-300x225.jpg" alt="Atelier" width="300" height="225" /></a></h2>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Ecos da literatura de Miguel Torga</h2>
<p style="text-align: justify;">Várias personalidades conhecidas reconhecem a importância do escritor português e descrevem de diversas formas a sua personalidade e o seu trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Sophia de Mello Breyner : “Torga é um poeta em quem um país se diz”.</p>
<p style="text-align: justify;">Manuel Alegre: «Miguel Torga pertence a uma linhagem de autores que vem de Sá de Miranda a Camões e até Antero, que souberam ser em diferentes momentos históricos consciências críticas e morais incómodas e nunca acomodadas do seu país. Ninguém foi tão visceralmente e ao mesmo tempo tão lucidamente português”.</p>
<p style="text-align: justify;">José Ornelas (professor nos EUA), sobre A Criação do Mundo: a ausência de nome da personagem principal representa a “possibilidade de lermos no seu destino o de cada um de nós e de lermos o texto como um texto paradigmático da condição e da situação do ser português no século XX”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h1 style="text-align: justify;"><strong>ERRATA: Por lapso, o artigo original refere-se à escola como sendo Escola EB 2,3 Miguel Torga. No entanto, esta é uma escola Secundária.Pedimos desculpa pelo erro.</strong></h1>
<h1 style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong></h1>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Texto e fotos: Vanessa Sena Sousa</p>
<p style="text-align: justify;">Edição de 15-01-2010</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Apresentado o livro Amantes da Noite, de autoria de Fernando Lobo</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 18:01:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Queluz]]></category>

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		<description><![CDATA[«Fernando Lobo é, sem favor, um dramaturgo de mão cheia que, mercê de um perfil adequado a esta escrita ficcionada, como o talento, a pertinência, a inteligência, a paixão pela poesia e pelo teatro conseguiu atingir, de uma forma viva, a comunicação com um público diversificado». É desta forma que Luciano Reis apresenta o autor [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">«Fernando Lobo é, sem favor, um dramaturgo de mão cheia que, mercê de um perfil adequado a esta escrita ficcionada, como o talento, a pertinência, a inteligência, a paixão pela poesia e pelo teatro conseguiu atingir, de uma forma viva, a comunicação com um público diversificado».</p>
<p style="text-align: justify;">É desta forma que Luciano Reis apresenta o autor e a obra, no prefácio que compõe o livro <em>Amantes da Noite (história de uma boneca de trapos com tranças)</em>, a obra dramático-poética de Fernando Lobo que foi oficialmente lançada no dia 20 de Dezembro na biblioteca dos Bombeiros Voluntários de Queluz. A obra, que engloba um outro texto do autor, <em>Os Fantasmas de Mr. Eternety</em>, «não pretende enquadrar-se num estilo teatral específico. A sua estrutura, sem pretender, também, ser um teatro completo, estende-se a vários níveis, como o café-teatro, teatro mitológico, teatro carnavalesco, teatro cinematográfico, teatro poético, teatro dramático ou melodramático e teatro trágico. Nesta peça há um pouco de cada um desses estilos mas, também, muito do teatro urbano», refere Luciano Reis. Acrescenta conclusivamente que deseja que a peça guiada pelo texto «ultrapasse as estantes das bibliotecas para o local onde o teatro tem a sua acção por excelência, pois ela tem todos os ingredientes para vir a ter estrondosos êxitos: tem uma estrutura dramática fortíssima, tem amor, ciúme, morte, sangue, tem elementos plásticos altamente reforçantes da ideia central e tem, também, modernidade e ousadia, elementos que tanto nos tocam nos dias de hoje.»</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_1291" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/01/2.jpg"><img class="size-medium wp-image-1291" title="Fernando Lobo" src="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/01/2-300x225.jpg" alt="Fernando Lobo" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Fernando Lobo em sessão de autógrafos</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A apresentação do livro, editado pela Fonte da Palavra, contou com a intervenção de Stella Gaspar, que referiu no seu discurso que ambos os textos “representam um salto qualitativo na definição estética do Teatro Som das Letras”, onde o autor da obra colabora, <a href="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/01/1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1292" title="Amantes da Noite" src="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/01/1-300x225.jpg" alt="Livro Amantes da Noite" width="300" height="225" /></a>através da parceria do Teatro com o Ginásio Clube de Queluz (GCQ), reforçando : “como elemento do TSL, vivi por dentro todo este processo envolvente de construção cénica e, ao mesmo tempo, surpreendendo- me a cada passo, a cada etapa, na edificação tanto do espectáculo “Amantes da Noite” como no do “<em>Mr. Eternity</em>”, interrogando-me como é que, sem praticamente nenhuns recursos financeiros, se consegue do nada criar dinâmicas”.</p>
<p style="text-align: justify;">Estiveram presentes várias outras individualidades, como o presidente da Junta de Freguesia de Queluz, António Barbosa de Oliveira, José Alexandre Costa, director cultural do GCQ, Eduardo Abrantes, do ARTEVER, Henrique Madeira, investigador, escritor e dramaturgo, a poetiza Maria Melo, Lídia Correia, da Junta de Freguesia de Massamá, Amável Tenera, dos B.V. de Queluz, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, a nova produção do TSL, “Margens da Rua Augusta”, estreia a 6 de Março e entre 18 e 20 desse mês estará na sala Café-Teatro do Centro Cultural da Malaposta.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Texto: Vanessa Sena Sousa</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Edição de 08-01-2010</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sociedade Filarmónica “Os Aliados” festeja Natal com apresentação da escola de música</title>
		<link>http://www.jornaldesintra.com/2009/12/719/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 01:43:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[S. Pedro de Penaferrim]]></category>
		<category><![CDATA[Sintra]]></category>

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		<description><![CDATA[A Sociedade Filarmónica “Os Aliados”, de S. Pedro de Penaferrim (Sintra), realizou no passado sábado a sua Festa de Natal, consagrada sobretudo aos alunos da Escola de Música, que ali mostraram os seus conhecimentos musicais adquiridos ao longo do ano e interpretaram algumas canções de Natal, acompanhados pelos acordes do Grupo Musical da colectividade]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: left;"><strong><em> </em></strong><a href="http://1.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SzLIEwz5X1I/AAAAAAAACGc/9cXcCSa9UqI/s320/capa.JPG"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418613285827731282" class="alignleft" style="text-align: center; margin: 0px auto 10px; width: 320px; display: block; height: 240px; cursor: pointer; border: 0px;" src="http://1.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SzLIEwz5X1I/AAAAAAAACGc/9cXcCSa9UqI/s320/capa.JPG" border="0" alt="" width="320" height="240" /></a><br />
A Sociedade Filarmónica “Os Aliados”, de S. Pedro de Penaferrim (Sintra), realizou no passado sábado a sua Festa de Natal, consagrada sobretudo aos alunos da Escola de Música, que ali mostraram os seus conhecimentos musicais adquiridos ao longo do ano e interpretaram algumas canções de Natal, acompanhados pelos acordes do Grupo Musical da colectividade.</div>
<p><span style="color: #000000; font-size: 180%;"><span style="font-size: 100%;"><br />
</span></span></p>
<div style="text-align: center;"><a href="http://jornaldesintra.blogspot.com/2009/12/s-pedro-de-penaferrim-sintra.html">(clicar aqui para ler a notícia)</a></div>
<div style="text-align: left;">
<p>Texto e foto: António Faias</p>
</div>
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		<title>Homenagem a Maria Gabriela Llansol</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 01:40:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Sintra]]></category>

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		<description><![CDATA[A escritora sintrense Maria Gabriela Llansol tem o seu nome perpetuado na Volta do Duche, na Vila de Sintra, numa cerimónia a título póstumo realizada no dia 21 de Dezembro, numa iniciativa entre a Câmara Municipal de Sintra, o Espaço Llansol e a Associação de Defesa do Património de Sintra. A placa evocativa foi descerrada [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="color: #330099; font-size: 180%;"><span style="font-weight: bold;"><br />
</span></span><span style="font-weight: bold;">A escritora sintrense Maria Gabriela Llansol tem o seu nome perpetuado na Volta do Duche, na Vila de Sintra, numa cerimónia a título póstumo realizada no dia 21 de Dezembro, numa iniciativa entre a Câmara Municipal de Sintra, o Espaço Llansol e a Associação de Defesa do Património de Sintra. </span>A placa evocativa foi descerrada junto à árvore denominada de “Grande Maior” no seu livro Parasceve, a qual se situa a meio da Volta do Duche, em frente à Fonte Mourisca. Durante a cerimónia foi evocada a vida e obra da escritora, com leitura de alguns textos inéditos, extraídos dos seus Cadernos.</p>
<p>Maria Gabriela Llansol (1931-2008) nasceu em Lisboa, licenciou- se em Direito, mas nunca exerceu. Começa a publicar em 1962, com o livro de contos “Os Pregos na Erva”, e é autora de 26 livros de género inclassificável, uma obra que se continua com duas trilogias («Geografia de Rebeldes» e «O Litoral do Mundo») e que inclui ainda três Diários.</p>
</div>
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		<title>Encerrou o Festival Internacional de Marionetas de Sintra</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 01:18:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cacém]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Sintra]]></category>

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		<description><![CDATA[Foram quatro os espectáculos, que tiveram como protagonistas marionetas nacionais e internacio- nais, que integraram o Festival Internacional de Marionetas de Sintra nos dias 28 de Novembro e 5, 12 e 19 de Dezembro no Auditório António Silva, no Cacém. Participou o grupo Karromato, da República Checa, o Tanxarina, de Espanha, o Teatro de Marionetas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://4.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SzLBp2Kw7PI/AAAAAAAACFc/xxgrIyhQLZY/s1600-h/FIMS5.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418606226339589362" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 242px;" src="http://4.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SzLBp2Kw7PI/AAAAAAAACFc/xxgrIyhQLZY/s320/FIMS5.JPG" border="0" alt="" /></a></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;">Foram quatro os espectáculos, que tiveram como protagonistas marionetas nacionais e internacio- nais, que integraram o Festival Internacional de Marionetas de Sintra nos dias 28 de Novembro e 5, 12 e 19 de Dezembro no Auditório António Silva, no Cacém. </span>Participou o grupo Karromato, da República Checa, o Tanxarina, de Espanha, o Teatro de Marionetas do Porto e , no último sábado, a encerrar o ciclo de espectáculos, o Fio d’Azeite, que faz parte do Chão de Oliva – Centro de Difusão Cultural, principal organizador do Festival, com a peça “O Rei vai nu”.</div>
<p>Foto: João Vasco</p>
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		<title>Base Aérea N.º 1 em Sintra inaugura novas instalações do Museu do Ar</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 01:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Sintra]]></category>

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		<description><![CDATA[O passado dia 14 foi vivido em festa na Base Aérea N.º 1, em Sintra – no ano em que se comemoram os 100 anos da Aviação em Portugal –, com a inauguração das novas instalações do Museu do Ar, sedeado naquela base. Uma cerimónia a que presidiu o chefe do Estado-Maior da Força Aérea, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><a href="http://1.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SzK_FTozAoI/AAAAAAAACEs/Z9SjZk7Np_Q/s1600-h/1.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418603399571767938" style="cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SzK_FTozAoI/AAAAAAAACEs/Z9SjZk7Np_Q/s320/1.jpg" border="0" alt="" /></a><a href="http://3.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SzK_ZzHHveI/AAAAAAAACE0/fujMIH-NKZQ/s1600-h/2.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418603751617838562" style="cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SzK_ZzHHveI/AAAAAAAACE0/fujMIH-NKZQ/s320/2.JPG" border="0" alt="" /></a></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #330099; font-size: 180%;"><span style="font-weight: bold;"><br />
</span></span><span style="font-weight: bold;">O passado dia 14 foi vivido em festa na Base Aérea N.º 1, em Sintra – no ano em que se comemoram os 100 anos da Aviação em Portugal –, com a inauguração das novas instalações do Museu do Ar, sedeado naquela base. Uma cerimónia a que presidiu o chefe do Estado-Maior da Força Aérea, general Luís Araújo, e na qual participou o presidente da Câmara Municipal de Sintra e muitas outras entidades militares e civis. </span></p>
<p>O Museu do Ar “é fiel depositário de uma época pioneira da História da Aviação Portuguesa e alberga o mais valioso conjunto de peças da Aeronáutica Portuguesa, numa colecção única em qualidade e valor, possuindo um total de 104 aeronaves, de diferentes tipos, das quais só um pequeno número se encontra à vista do público, permanecendo a restante, por evidente falta de espaço, nas reservas da instituição”. “Existe desde 1968, tendo estado sedeado provisoriamente em Alverca” e “há muito que se assume como a única instituição pública destinada exclusivamente a cuidar da preservação, divulgação e exposição dos testemunhos históricos da Aeronáutica Portuguesa”, segundo informação contida no folheto colocado à disposição dos visitantes no dia da cerimónia inaugural do Museu do Ar. Neste momento o Museu do Ar, para além desta infra-estrutura em Sintra, conta ainda com dois pólos em Alverca e Ovar.</p>
<p>A sessão solene com que se iniciou a inauguração das novas instalações do Museu do Ar na Base Aérea N.º 1, na Granja do Marquês, em Sintra, as quais vieram permitir a transferência do espólio que se encontrava nas primitivas instalações do Museu, em Alverca, foi presidida pelo chefe do Estado-Maior da Força Aérea, general Luís Araújo, na qual participaram o presidente e o vice-presidente da Câmara, Fernando Seara e Marco Almeida, alguns vereadores, a representante da TAP e o representante do Brasil, para além do corpo de oficiais e soldados aviadores da Base Aérea e muitos outros convidados.</p>
<div style="text-align: center;"><a href="http://2.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SzK_nxQq_WI/AAAAAAAACE8/Um8nmvZEg9E/s1600-h/3.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418603991639194978" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SzK_nxQq_WI/AAAAAAAACE8/Um8nmvZEg9E/s320/3.JPG" border="0" alt="" /></a>Sessão de apresentação do livro e da oferta do “14Bis”</p>
</div>
<p><span style="font-weight: bold; color: #330099;">Fernando Seara recorda pioneiros da Aviação portuguesa</span><br />
No Auditório da Base, onde teve lugar a sessão solene, foram proferidos alguns discursos por diversas individualidades, entre as quais o presidente da Câmara, Fernando Seara, que recordou alguns importantes feitos protagonizados por pioneiros da aviação, portugueses ou estrangeiros, entre os quais o Padre Bartolomeu de Gusmão com a sua “Passarola”, ou Gago Coutinho e Sacadura Cabral, que realizaram a primeira travessia aérea do Atlântico Sul, ligando por esta via Portugal e o Brasil. O presidente da Câmara de Sintra adiantou depois que “esta cerimónia da inauguração do Museu do Ar perspectiva uma nova dinamização de um local cheio de lembranças e sentimentos e o transforma num espaço de cultura viva da história da Aviação em Portugal, graças à localização, desde 1920, da Base Primeira da Força Aérea Portuguesa na Granja do Marquês” e a sua abertura ao público “é o resultado da vontade de uma instituição que se identifica com a comunidade e os seus cidadãos”.</p>
<p>Mais adiante Fernando Seara referiu-se à doação da réplica do “14Bis” de Santos-Dumont – feita pela Aviação brasileira ao Museu do Ar –, o qual “legou a toda a humanidade a definitiva conquista dos céus”. Lembrou depois, entre outros extraordinários feitos no campo do pioneirismo da aviação, os de alguns portugueses, tais como o de Óscar Monteiro Torres nos céus de França, de Gago Coutinho e Sacadura Cabral na primeira travessia aérea do Atlântico Sul, ou a Viagem Aerostática feita entre Lisboa e o lugar de Galamares em Sintra, no dia 14 de Março de 1819, por Eugénio Robertson e Estêvão Gaspar Robertson, ou o voo da “Passarola” de Bartolomeu de Gusmão, em 1709, todos eles registos de um memorável e prestigiante percurso histórico da aeronáutica portuguesa”.</p>
<p>O edil sintrense afirmou a seguir, referindo-se ao Museu do Ar e seu espólio, que “importa reconhecer que a recuperação plena deste património exigiu um trabalho e um esforço que não se esgota aqui e agora” e que “estamos perante um bem que, por pertencer a todos, é da responsabilidade de todos. E neste âmbito, o Município de Sintra continua disponível para colaborar com a Força Aérea Portuguesa nos seus projectos de desenvolvimento deste espaço”. E mais adiante: “A partir de hoje este património, para além da sua riqueza inestimável, passa a poder ser objecto de estudo, de contemplação estética e de identificação da nossa cultura”. Fernando Seara terminou manifestando às entidades presentes “o meu sincero e profundo agradecimento e um bem-hajam pelo acto aqui e agora registado”.</p>
<p><span style="font-weight: bold; color: #330099;">Nome de Jorge Lemos atribuído a rua da Base</span><br />
Encerrou a série de discursos o chefe do Estado-Maior da Força Aérea, general Luís Araújo, que referiu a falta antes existente de um espaço onde concentrar todo o espólio da Força Aérea, que se encontrava disperso, pelo que foi criado este Museu do Ar na Base Aérea 1, agradecendo à Câmara de Sintra todo o apoio que concedeu na construção desta infra-estrutura.</p>
<p>O general Luís Araújo recordou a seguir a memória de Jorge Lemos, já falecido, que foi o impulsionador desta obra, cujo nome foi atribuído a uma rua da Base Aérea 1.</p>
<p>Seguiu-se o descerramento da placa alusiva ao acto da inauguração do Museu e a visita àquele espaço, onde estão expostas muitas aeronaves, entre as quais uma réplica do “14BIS”, aeronave construída pelo brasileiro Santos Dumont, considerado por muitos “o pai da aviação”, a qual realizou o seu primeiro voo experimental em 23 de Outubro de 2006, para além de centenas de fotografias relacionadas com a aviação e seus pioneiros, fardamentos, equipamentos de navegação, inúmeros objectos relacionados com a Aviação portuguesa, para além de testemunhos de viagens feitas por aviões da companhia transportadora portuguesa.</p>
<p>A preceder a visita, e neste mesmo local, realizou-se a sessão de apresentação do livro com a história da Base Aérea e do Museu, tendo o representante do Brasil feito uma elucidativa exposição sobre a aviação brasileira e a oferta do “14Bis” pelo Museu do Ar brasileiro ao Museu do Ar na Base Aérea 1.</p>
<p>Um beberete selou a festiva e histórica tarde.</p>
<div style="text-align: center;"><a href="http://3.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SzK_vS-dCjI/AAAAAAAACFE/uGhTGoYldxE/s1600-h/4.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418604120948673074" style="cursor: pointer; width: 230px; height: 173px;" src="http://3.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SzK_vS-dCjI/AAAAAAAACFE/uGhTGoYldxE/s320/4.JPG" border="0" alt="" /></a><a href="http://4.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SzLADqwlkrI/AAAAAAAACFM/SOfdMZ_oqYs/s1600-h/5.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418604470930346674" style="cursor: pointer; width: 230px; height: 172px;" src="http://4.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SzLADqwlkrI/AAAAAAAACFM/SOfdMZ_oqYs/s320/5.JPG" border="0" alt="" /></a><a href="http://1.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SzLAQAOwzXI/AAAAAAAACFU/Kv6GZx5MzP0/s1600-h/6.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418604682852486514" style="cursor: pointer; width: 230px; height: 172px;" src="http://1.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SzLAQAOwzXI/AAAAAAAACFU/Kv6GZx5MzP0/s320/6.JPG" border="0" alt="" /></a></div>
<p>Texto e fotos: António Faias</p>
</div>
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		<title>Sociedade Filarmónica “Os Aliados” festeja Natal com apresentação da Escola de Música</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 00:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[S. Pedro de Penaferrim]]></category>
		<category><![CDATA[Sintra]]></category>

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		<description><![CDATA[A Sociedade Filarmónica “Os Aliados”, de S. Pedro de Penaferrim (Sintra), realizou no passado sábado a sua Festa de Natal, consagrada sobretudo aos alunos da Escola de Música, que ali mostraram os seus conhecimentos musicais adquiridos ao longo do ano e interpretaram algumas canções de Natal, acompanhados pelos acordes do Grupo Musical da colectividade. A [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><a href="http://2.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SzK8gjaLN0I/AAAAAAAACEE/BDcuvwxIfuw/s1600-h/DSCF7957.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418600569126991682" style="cursor: pointer; width: 270px; height: 203px;" src="http://2.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SzK8gjaLN0I/AAAAAAAACEE/BDcuvwxIfuw/s320/DSCF7957.JPG" border="0" alt="" /></a><a href="http://3.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SzK8_a8BKDI/AAAAAAAACEM/qWtZKtotgJM/s1600-h/DSCF7960.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418601099428964402" style="cursor: pointer; width: 270px; height: 202px;" src="http://3.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SzK8_a8BKDI/AAAAAAAACEM/qWtZKtotgJM/s320/DSCF7960.JPG" border="0" alt="" /></a><a href="http://4.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SzK9VMijhUI/AAAAAAAACEU/EIofepU2Em4/s1600-h/DSCF7963.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418601473521190210" style="cursor: pointer; width: 270px; height: 201px;" src="http://4.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SzK9VMijhUI/AAAAAAAACEU/EIofepU2Em4/s320/DSCF7963.JPG" border="0" alt="" /></a><a href="http://3.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SzK9fK1-9hI/AAAAAAAACEc/TK_8m3tl5Tg/s1600-h/DSCF7964.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418601644864501266" style="cursor: pointer; width: 270px; height: 203px;" src="http://3.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SzK9fK1-9hI/AAAAAAAACEc/TK_8m3tl5Tg/s320/DSCF7964.JPG" border="0" alt="" /></a></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #330099; font-size: 180%;"><span style="font-weight: bold;"><br />
</span></span><span style="color: #330099; font-size: 180%;"><span style="font-weight: bold;"></span></span></p>
<p><span style="font-weight: bold;">A Sociedade Filarmónica “Os Aliados”, de S. Pedro de Penaferrim (Sintra), realizou no passado sábado a sua Festa de Natal, consagrada sobretudo aos alunos da Escola de Música, que ali mostraram os seus conhecimentos musicais adquiridos ao longo do ano e interpretaram algumas canções de Natal, acompanhados pelos acordes do Grupo Musical da colectividade.</span></p>
<p>A tarde do passado sábado levou ao salão de festas de Os Aliados, colectividade de S. Pedro de Penaferrim – onde estava patente uma exposição de fotografias com o seu historial de 87 anos –, centenas de pessoas, algumas das quais familiares dos alunos da Escola de Música, que ali exibiram, para além dos bonitos e tradicionais gorros do Pai Natal, os seus conhecimentos musicais adquiridos ao longo do ano. Dirigidos pelo seu professor, Rui Moreira, que é também regente da Banda e do Grupo Musical da colectividade, os alunos executaram pequenos excertos musicais em flauta de bisel e outros instrumentos, segundo as classes que frequentam, cantando ainda algumas conhecidas canções de Natal, acompanhadas musicalmente pelo Grupo Musical.</p>
<p>Finda a apresentação dos alunos, o Grupo Musical executou, sob a direcção do seu maestro, Rui Moreira, várias peças do seu reportório, muito aplaudidas, encerrando a festiva tarde um muito bem confeccionado e abundante beberete, constituído por produtos fornecidos pelos pais dos alunos da escola e por alguns comerciantes da terra.</p>
</div>
<div style="text-align: center;"><a href="http://2.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SzK9t7xWiOI/AAAAAAAACEk/P_3fRA1K-mE/s1600-h/DSCF7970.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418601898516580578" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SzK9t7xWiOI/AAAAAAAACEk/P_3fRA1K-mE/s320/DSCF7970.JPG" border="0" alt="" /></a>Grupo Musical de “Os Aliados”</p>
</div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold; color: #330099;">“É cada vez mais difícil manter a colectividade”</span><br />
No final do evento, António Manuel Ferreira, presidente da direcção há dezena e meia de anos, apenas com um de interrupção, adiantou ao JS que “esta festa foi dedicada aos alunos da escola de música, que este ano tem mais alunos, cerca de uma vintena, e quisemos apresentá-los a associados e amigos da colectividade, a fim de homenageá-los pela sua dedicação à aprendizagem da música e incentivar também os pais e também outros sócios, ou apenas residentes na freguesia, a participarem na vida de Os Aliados, a fim de mantê-los vivos, porque é cada vez mais difícil manter toda esta actividade. É a primeira vez que realizamos esta festa, mas estamos satisfeitos, porque temos aqui uma boa assistência, o que é gratificante”. Os Aliados, que com os seus 87 anos já foram uma grande colectividade do concelho de Sintra, com os seus Carnaval Caracolino e Baile da Rainha a atingirem grande magnificência e a atraírem milhares de pessoas.</p>
<p>Referindo-se à banda de música, António Manuel Ferreira adiantou que a mesma “está bem, com cerca de três dezenas de elementos, embora alguns pertençam a outras bandas e venham dar apoio à nossa sempre que necessário, o que acontece também noutras bandas”.</p>
<p>Como eventos principais Os Aliados realizam anualmente a sua festa de aniversário em Junho e o Baile da Rainha pelo Carnaval.</p>
<p>Texto e fotos: António Faias</p>
</div>
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		<title>Sérgio Luís de Carvalho O heroísmo e o absurdo</title>
		<link>http://www.jornaldesintra.com/2009/12/artigo-de-opiniao-18/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 00:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo de opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Autor sobejamente conhecido no campo do romance histórico devido à qualidade dos seus livros, vencedor do Prémio de Literatura Ferreira de Castro e finalista do Prémio Jean Monnet de Literatura Europeia e do Prémio Amphi de Literatura Europeia, Sérgio Luís de Carvalho (SLC), desde Peregrinos sem Fé (2007, passado entre Portugal e a Galiza), com [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Autor sobejamente conhecido no campo do romance histórico devido à qualidade dos seus livros, vencedor do Prémio de Literatura Ferreira de Castro e finalista do Prémio Jean Monnet de Literatura Europeia e do Prémio Amphi de Literatura Europeia, Sérgio Luís de Carvalho (SLC), desde <span style="font-style: italic;">Peregrinos sem Fé</span> (2007, passado entre Portugal e a Galiza), com lançamento simultâneo em Lisboa e Santiago de Compostela, tem privilegiado o estrangeiro como cenário estético dos seus romances, como o comprovou a publicação d’<span style="font-style: italic;">O Retábulo de Genebra</span>, um dos melhores romances históricos publicado em Portugal em 2008, decorrido no vasto território transfronteiriço entre a Suíça e a França. O romance ora publicado, <span style="font-style: italic;">O Destino do Capitão Blanc</span>, passa-se igualmente no estrangeiro, o território do nordeste de França, palco das grandes batalhas finais da I Guerra Mundial, tendo como pano de fundo a situação política republicana e sidonista em Lisboa, em 1918, e a paisagem rural e romântica de Sintra e Colares.</div>
<p>De qualidade literária semelhante a <span style="font-style: italic;">O Retábulo de Genebra</span>, O Destino do Capitão Blanc estatui-se, indubitavelmente, como o melhor romance português sobre a participação portuguesa na I Guerra Mundial. Dotado de um autêntico rigor histórico, SLC evidencia que domina em absoluto os factos históricos da época narrada, os conflitos políticos e institucionais, a sua expressão militar, os hinos, as canções guerreiras, os uniformes militares, a mitologia heróica dos principais povos participantes (alemães, ingleses, franceses, belgas, italianos, americanos); conhece com suficiente pormenor as roupas, a higiene pessoal, a alimentação, os períodos de actividade e inactividade dos militares, a hierarquia castrense, as armas de combate, as formas brutas de divertimento dos soldados, a toponímia e os códigos das cartas militares…, o que significa uma não pouco demorada e pouco intensa investigação sobre este período histórico e este tema. Romance assente, quanto à forma, numa estrutura cronológica simples (este será, porventura, o romance de SLC mais linear quanto à forma), ela é compensada pela contínua utilização da analepse, projectando o passado no presente, prestando, assim, coesão vivencial ao conteúdo da história &#8211; a vida singular do capitão Luís Guilherme Blanc, republicano e sidonista.</p>
<p>Novidade no estilo de SLC é, parece-nos, a utilização de pequenos parágrafos entre parêntesis como uma espécie de pulsão inconsciente do texto, alusivo ao diálogo, ao monólogo ou à descrição imediatamente anterior, uma espécie de subtexto amplificador do texto, não raro de natureza céptica. Outra novidade reside na alteração qualitativa do humor e da ironia presente neste romance face aos anteriores de SLC. Autor céptico quanto às virtudes da razão humana, este romance é atravessado por uma permanente carga de humor, forçando, pela ironia, pelo sarcasmo, até pelo escárnio, o sorriso do leitor, quando não o riso. O humor é, de facto, um traço marcante do estilo de O Destino do Capitão Blanc, contribuindo para suavizar uma história tragicamente carregada de dor e sofrimento individuais e de morticínios colectivos.</p>
<p>Do ponto de vista do conteúdo, o romance tende a desenvolver-se em dois momentos referenciais: 1. – a constatação, pela repetida mostragem de situações existenciais, do absurdo da guerra; 2. – a fortíssima denúncia da incompetência e negligência das chefias militares portuguesas, cujas consequências foram apenas sofridas pelos militares menos graduados em posto de combate. Deste modo, todo o romance se desenvolve em torno do eixo semântico da absurdidade da guerra, tendo a participação portuguesa na I Guerra Mundial atingido o cúmulo do absurdo. Primeiro, porque não havia recursos e meios militares, não tinham sido acautelados géneros alimentícios, fardas, soldos, forçando os soldados portugueses a usarem os recursos britânicos e, quando de licença, para sobreviverem, a implorarem esmola de mão estendida pelas aldeias de França; segundo, não tinha havido treino específico para situações de guerra; como consequência, e em terceiro lugar, os soldados são taxativamente abandonados nas trincheiras, usados pelos oficiais como carne para canhão para a conquista ou perda de mais um ou menos um quilómetro de território, indiferentes à morte de centenas de milhar de homens; quarto, porque a guerra não interessava a Portugal como um todo, mas a interesses negociais políticos; por isso, Sidónio Pais, criticando a entrada de Portugal na guerra, prolonga a quando sobe ao poder; finalmente, depreende-se do romance de SLC, que todo o heroísmo é expressão limite de um desespero e toda a cobardia a assunção lúcida e corajosa desse mesmo desespero; o heroísmo é, assim, perspectivado como o sentimento próprio do excesso e do arrebatamento (por isso, tão colado ao desespero), aliados no romance ao cepticismo e ao pessimismo do narrador sobre a natureza humana.</p>
<p>No romance, que harmoniza com perfeição a vida individual do capitão Blanc e o ambiente social português das duas primeiras décadas do século XX, o autor descreve com mestria a zona penumbrosa da personalidade humana que desemboca e alimenta a guerra, todas as guerras, essa pulsão vital demarcadora de uma linha muito ténue que separa o heroísmo da loucura e a razão da demência.</p>
<p>Em conclusão, toda a guerra se assume como o lugar caótico e catastrófico onde, paradoxalmente, o absurdo se torna lei lógica e regra normal. “A guerra é a guerra”, dizem o protagonista e o seu pai, também militar, isto é, o <span style="font-style: italic;">non sense do absurdo evidencia-se através de uma linha contínua, coerente e lógica pela qual indiscrimina</span>damente se mata e morre em nome de ideais que, passada uma vintena de anos, a nova geração considera absolutamente absurdos.</p>
<p><span style="font-style: italic;">O Destino do Capitão Blanc, Planeta, 294 pp., 17,75 euros.</span></p>
<p>Luís Miguel</p>
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		<title>EDIÇÃO n. 3819 DE 18/12/09</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 15:31:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Sintra]]></category>

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		<description><![CDATA[Prémio de crítica literária atribuído a escritor sintrense O Prémio Jacinto do Prado Coelho da Associação de Críticos Literários foi oficialmente atribuído esta terça-feira, 15 de Dezembro, a Miguel Real, conhecido escritor e também colaborador do Jornal de Sintra, pelo livro “Eduardo Lourenço e a Cultura Portuguesa”. O Prémio conta com o apoio da Sociedade [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"></div>
<p><span style="color: #cc33cc; font-size: 180%;"><span style="font-weight: bold;">Prémio de crítica literária<br />
atribuído a escritor sintrense</span></span></p>
<p><a href="http://2.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SyzynCU_jgI/AAAAAAAACC0/JohDq2W8ad8/s1600-h/DSCF9169.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416971204273606146" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 249px;" src="http://2.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SyzynCU_jgI/AAAAAAAACC0/JohDq2W8ad8/s320/DSCF9169.JPG" border="0" alt="" /></a></p>
<div style="text-align: justify;">O Prémio Jacinto do Prado Coelho da Associação de Críticos Literários foi oficialmente atribuído esta terça-feira, 15 de Dezembro, a Miguel Real, conhecido escritor e também colaborador do Jornal de Sintra, pelo livro “Eduardo Lourenço e a Cultura Portuguesa”. O Prémio conta com o apoio da Sociedade Portuguesa de Autores e da Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas.</div>
<div style="text-align: center;"><a href="http://jornaldesintra.blogspot.com/2009/12/sintralisboa.html">(clicar aqui para ler a notícia)</a></p>
</div>
<p>Texto e foto: Vanessa Sena Sousa</p>
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		<title>Conhecida a vencedora do 1.º Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 16:52:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Estoril]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Mouro]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o romance A Casa-Comboio, a jovem de 29 anos, Raquel Ochoa, rio-mourense, é a primeira vencedora do Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís, instituído pela primeira vez em 2008 pela Estoril Sol, no quadro das comemorações do cinquentenário da empresa, mas não atribuído nessa altura pelo facto de o júri não ter encontrado entre os [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><a href="http://1.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SyuzujBhQVI/AAAAAAAACAc/SpK6OBXo9qg/s1600-h/Raquel+Ochoa+2.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416620589100122450" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 213px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SyuzujBhQVI/AAAAAAAACAc/SpK6OBXo9qg/s320/Raquel+Ochoa+2.JPG" border="0" alt="" /></a><span style="font-weight: bold;">Com o romance A Casa-Comboio, a jovem de 29 anos, Raquel Ochoa, rio-mourense, é a primeira vencedora do Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís, instituído pela primeira vez em 2008 pela Estoril Sol, no quadro das comemorações do cinquentenário da empresa, mas não atribuído nessa altura pelo facto de o júri não ter encontrado entre os concorrentes nenhuma obra com merecimento bastante para ser distinguida.</span> Desta vez o júri, presidido por Vasco Graça Moura, considerou que o romance revela “uma assinalável qualidade narrativa, conjugando bem os elementos de natureza documental acerca dos contextos pessoais e colectivos da experiência portuguesa na Índia”.</p>
<p>O enredo deste primeiro romance da escritora baseia-se na aventura de uma família indo-portuguesa, originária de Damão, que sobrevive e se adapta à turbulenta história mundial do último século, evocando uma saga nos tempos em que a Índia longínqua era portuguesa.</p>
<p>O júri do Prémio Revelação Agustina-Bessa Luís integrou, além de Vasco Graça Moura, Guilherme D‘Oliveira Martins, em representação do Centro Nacional de Cultura; José Manuel Mendes, pela Associação Portuguesa de Escritores; Maria Carlos Gil Loureiro, pela Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas; Manuel Frias Martins, pela Associação Portuguesa dos Críticos Literários; e, ainda, Maria Alzira Seixo e Liberto Cruz, convidados a título individual e Nuno Lima de Carvalho e Dinis de Abreu, em representação da Estoril Sol. Concorreram a esta segunda edição do Prémio 72 originais. A iniciativa conta com o apoio da Gradiva, que assegura a edição da obra vencedora.</p>
<p>A data para a cerimónia de entrega do prémio, no valor de 25 mil euros, ainda não é conhecida.</p>
</div>
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