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	<title>Jornal de Sintra &#187; Editorial</title>
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	<description>Semanário Regionalista Independente</description>
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		<title>82 anos de luta</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2016 12:40:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redacção</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Editorial 82 anos de luta O Jornal de Sintra celebrou no dia 7 mais um aniversário – o 82.º. Foram 82 anos de luta diária que muito se avolumou nestes últimos quatro anos em que Portugal viveu uma transversal crise que a todos atingiu e a que muitos jornais e outros meios de comunicação social [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Editorial</p>
<p>82 anos de luta</p>
<p>O Jornal de Sintra celebrou no dia 7 mais um aniversário – o 82.º.<br />
Foram 82 anos de luta diária que muito se avolumou nestes últimos quatro anos em que Portugal viveu uma transversal crise que a todos atingiu e a que muitos jornais  e outros meios de comunicação social não conseguiram resistir.<br />
Nestes últimos quatro anos a nossa vida interna e externa tem sido avassaladora.<br />
Vivemos tempos de profunda incerteza e fomos diariamente confrontados com falta de meios financeiros nunca antes vividos.<br />
Resistimos e sobrevivemos às ausências de entendimento de quem, não entende Sintra na sua plenitude e que menospreza o Jornal de Sintra que  já é um ícone histórico e patrimonial.<br />
Resistimos também pela dedicação e profissiona¬lismo dos poucos que por cá trabalham.<br />
Resistimos também pelo apoio não remunerado dos colaboradores, leais, amigos e amantes de Sintra a quem este semanário muito deve.<br />
Releva-se o trabalho desenvolvido por Bernardo de Brito e Cunha, Hermínio Santos, João Cachado, José Jorge Letria, Luís Martins e Filomena Oliveira, Sérgio Luís de Carvalho, entre outros, sem esquecer os colaboradores habituais de desporto.<br />
Já em 2016 novos colaboradores vão surgindo. Nesta edição a primeira participação de Miguel Boim – O Caminheiro de Sintra, um apaixonado e criterioso investigador do passado lendário e histórico, um inegável contributo de qualidade para o prossegui¬mento da linha editorial definida pelo seu fundador António Medina Júnior, em 1934 que nos diz:<br />
“Pretendemos  fazer do Jornal de Sintra, um órgão puramente regional. Movem-nos desejos de construção não de demolição. Queremos edificar, não queremos destruir. O Concelho de Sintra não tinha um órgão na imprensa. Tem-no, desde hoje (7-1-1934).<br />
A sua acção será proveitosa e útil? O futuro o dirá.  É ce¬do para responder a esta pergunta e, de resto, somos avessos a vaticínio, sempre falíveis, sobretudo quando não são feitos põe iluminados”.<br />
Neste momento já podemos responder à inquetação do fundador. Estamos cá.<br />
Sabemos que a realidade mudou mas que o Jornal de Sintra continua. Está vivo.<br />
A 2.ª Guerra Mundial, a emancipação dos povos de cor, a Guerra Colonial, a libertação da mulher, o 25 de Abril, a crise mundial actual, o terrorismo e tantos outros factores alteraram a vida de toda a gente.<br />
Surgiram as novas tecnologias, redes sociais, as novas formas de comunicação pela internet, tantas e tantas coisas.<br />
A nós compete-nos prosseguir a luta iniciada em 1934, de sobre¬vivência económica porque a da afirmação jornalística parece estar ganha, sempre acompanhada com a necessária adaptação aos tempos de hoje.<br />
Mas o Jornal de Sintra na sua pequenez continua vivo, coerente e isento.<br />
Assim esperamos atravessar 2016 mas com um maior fôlogo económico e maior abertura de quem tem a imperiosa obrigação de entender Sintra e as suas realidades.   </p>
<p>A Directora,<br />
<em>Idalina Grácio de Andrade</em><br />
(15-1-2016)</p>
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		<title>Editorial de 7 de Janeiro de 2011</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Jan 2011 12:37:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redacção</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>

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		<description><![CDATA[77 – O desafio temerário do Jornal de Sintra A sociedade portuguesa precisa neste ano de 2011 da participação de todos os cidadãos no sentido de vencer as incertezas que afectam os indi¬víduos e instituições e que perturbam as rela¬ções sociais, culturais, política, económicas e desportivas. A situação em Portugal, à qual Sintra não escapa, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>77 – O desafio temerário do Jornal de Sintra<br />
A sociedade portuguesa precisa neste ano de 2011 da participação de todos os cidadãos no sentido de vencer as incertezas que afectam os indi¬víduos e instituições e que perturbam as rela¬ções sociais, culturais, política, económicas e desportivas.<br />
A situação em Portugal, à qual Sintra não escapa, à semelhança do que se passa em muitos países do mundo, é complexa e invertidora da ordem de valores naturais, ao colocar os interesses económicos acima dos interesses e anseios da pessoa humana.<br />
Perante este cenário é urgente assumirmos cada vez mais um papel activo no sentido de inverter esta realidade.<br />
Hoje o Jornal de Sintra faz 77 anos.<br />
Somos, a nível europeu, um dos 50 Jornais mais antigos a atingir esta idade com edições regulares e ininterruptas.<br />
Há precisamente 77 anos, no dia 7 de Janeiro de 1934, escrevia António Medina Júnior, prestigiado jornalista fundador deste semanário, este anseio:<br />
“Pretendemos fazer do Jornal de Sintra um órgão pura¬mente regional. Movem-nos desejos de construção, não de demolição. Queremos edificar, não queremos destruir. O Concelho de Sintra não tinha um órgão na imprensa, tem-no desde hoje. A sua acção será proveitosa e útil? O futuro o dirá.”<br />
Folheando as páginas do Jornal de Sintra, objecto de atenta investigação há décadas, por pessoas de todas as origens e objectivos diferenciados, constatamos que o projecto de António Medina Júnior se concretizou. O Jornal de Sintra é hoje em dia um manancial histórico de peso nacional, e o seu nome é citado pelos mais prestigiados investigadores.<br />
A realidade de hoje do concelho de Sintra é bem diferente daquela vivida na década de 30. Hoje o concelho tem uma realidade multicultural muito vincada, onde a vinda de povos de outros países e de outras zonas do país constituem um caldeamento de culturas que se integram na realidade do local sem desvirtuar a identidade cultural sintrense.<br />
O Jornal de Sintra está numa fase de marcante expansão, a que não é alheia a influência das redes sociais em que participa. Desde 29 de Julho de 2009 o nosso site já foi visitado por mais de 40 mil cibernautas. Os utilizadores do site no estrangeiro espalham-se por todo o mundo, nomeada¬mente no Brasil, França, Estados Unidos, Reino Unido, Espanha, Alemanha, Suíça, Bélgica, Angola, Holanda, Canadá, Cabo Verde, entre outros, e de alguns deles recebemos com frequência palavras de estímulo que muito nos fortalece.<br />
Sabemos que os tempos que atravessamos têm uma carga negativa, mas acreditamos que pode ser uma oportu¬nidade estimuladora para a criação de um mundo diferente.<br />
No concelho de Sintra há muita gente e instituições que dão testemunho da sua vida e capacidade criadora nesse sentido.<br />
É nesta atitude que reconhecemos em mais um aniversário o papel preponderante de António Medina Júnior e seus continuadores na credibilização e afirmação da imprensa regional.<br />
Salientamos ainda todos aqueles que semanalmente e ao longo do ano deram muito de si a cada edição, incluindo os estagiários que muito têm contribuído, com o seu en¬tusiasmo e por vezes irreverência, para que o projecto já esteja implantado nas áreas da informação digital.<br />
Igualmente relevamos o espírito e responsabilidade da equipa do Jornal de Sintra que tem permitido que este se revitalize e permaneça.<br />
Idalina Grácio de Andrade<br />
Directora</p>
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		<title>Explicação aos leitores do Jornal de Sintra, edição de 2 do corrente</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 10:10:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo de opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o pedido de publicação recebemos do Exmo. Senhor Fernando Castelo o email que transcrevemos integralmente. Exma. Senhora Dra. Idalina Grácio Directora do Jornal de SINTRASintra, 5 de Outubro de 2009 Exma. Senhora, A “Explicação aos leitores do Jornal de Sintra”, publicada na edição do passado dia 2 do corrente, ao invés de ajudar à [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Com o pedido de publicação recebemos do Exmo. Senhor Fernando Castelo o email que transcrevemos integralmente.</p>
<p>Exma. Senhora Dra. Idalina Grácio Directora do Jornal de SINTRA<br />Sintra, 5 de Outubro de 2009</p>
<p>Exma. Senhora, A “Explicação aos leitores do Jornal de Sintra”, publicada na edição do passado dia 2 do corrente, ao invés de ajudar à clarificação, ainda terá contribuído para mais dúvidas.</p>
<p>O artigo original reportava-se a Vale dos Anjos, junto a Seteais e não a uma “Quinta do Anjo em Sintra” como consta da V/ peça. São trocas que acontecem até aos melhores jornalistas.</p>
<p>Julgando ter interesse para o total esclarecimento dos leitores, solicito a publicação desta nota na próxima edição. Como, por princípio, procuro não colidir com a língua pátria, serei claro.</p>
<p>Ao dedicar mais de uma lauda ao inventário dos artigos de opinião publicados em 2009, estou certo que um bom trabalho jornalístico recomendaria a referência a quantos artigos de Opinião enviei para o Jornal de Sintra (JS) durante os últimos 10 anos. Todos publicados na íntegra, sem que os Ilustres Directores que a antecederam tenham manifestado reservas sobre os mesmos ou tenham necessitado de estabelecer “recomendações da prática jornalística”;</p>
<p>Optando pela divulgação do meu e-mail de 15 de Setembro de 2009, um bom jornalista não olvidaria a transcrição de algumas das “Recomendações” que justificaram a aceitação: &#8211; “A publicação de artigos de Opinião visa incentivar a expressão livre da opinião dos cidadãos, (&#8230;)” ou “O Jornal de Sintra reserva-se o direito de editar os artigos recebidos, respeitando escrupulosamente o seu conteúdo” (sublinhado meu em texto de português original). Veja bem a Senhora Directora do JS como havemos de apreciar a sua perspicácia no que concerne à inclusão (abusiva) da palavra Sintra a propósito da “associação que anda por aí” e não a teve no título da peça, que ficaria “MISTÉRIOS DA DEDICAÇÃO A SINTRA”. Aqui, preferiu substituí-lo por um título de sua autoria, com o qual o meu texto se descaracterizou&#8230;</p>
<p>A Directora do JS, por certo recordada de um outro artigo não publicado em 2008, poderia ter levado em conta, agora, o facto do autor não aceitar a publicação de um texto “corrigido”.</p>
<p>Em síntese, não há “ajustamentos subsumíveis nas directrizes aceites” e as alterações feitas constituíram uma subversão do texto, destruindo-lhe toda a objectividade. É que, Senhora Directora, ao contrário da sua exclusiva interpretação, a questão de fundo relaciona-se com a DEDICAÇÃO, slogan muito em voga e atitude reclamada, sem a implícita correspondência na defesa do património que está em causa no Vale dos Anjos. Será isto tão difícil de entender? Aparentemente a despropósito, a “Explicação” aborda a (má) qualidade de textos recebidos. Notaria que só razões culturais levam os cidadãos a cometerem erros na escrita ou na pontuação (há jornalistas que também os cometem, não é verdade?) mas não é por isso que deixam de ser documentos vivos a expressar sentimentos e problemas sociais a considerar.</p>
<p>Sem mais, <span style="font-style: italic;"><br />Fernando Castelo </span></p>
<p><font style="font-weight: bold;" size="5">Resposta da Direcção </font></p>
<p>Exmo. Sr. Fernando Castelo</p>
<p>As explicações que publiquei na edição de 2 de Outubro representam a verdade dos factos e a intenção que os produziu.</p>
<p>Como V/ Exa. optou por apresentar queixa à Entidade Reguladora para a Comunicação Social com inegável legitimidade aguardo a decisão desta entidade, pelo que sobre o assunto mais não digo.</p>
<p><span style="font-style: italic;">Idalina Grácio de Andrade   </span></div>
<p></p>
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		<title></title>
		<link>http://www.jornaldesintra.com/2009/10/368/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 11:20:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Artigo de Opinião de 18 de Setembro Explicação aos leitores do Jornal de Sintra O Jornal de Sintra privilegia e incentiva a divulgação de artigos de opinião nas suas páginas semanais. A comprová-lo estão os cerca de 200 artigos publicados ao longo do ano 2009 por um vasto número de autores de que, em separado, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:180%;"><span style="font-weight: bold;">Artigo de Opinião de 18 de Setembro </span> <span style="font-weight: bold;"><br />Explicação aos leitores do Jornal de Sintra </span></span></p>
<div style="text-align: justify;">O Jornal de Sintra privilegia e incentiva a divulgação de artigos de opinião nas suas páginas semanais.</p>
<p>A comprová-lo estão os cerca de 200 artigos publicados ao longo do ano 2009 por um vasto número de autores de que, em separado, se detalha*, e a quem publicamente agradecemos.</p>
<p>Mas nem sempre é fácil decidir sobre a publicação de um artigo de opinião, porquanto muitos deles estão mal estruturados, com má pontuação e erros ortográficos, cuja publicação obrigaria a uma reescrita total, outros são verdadeiros mananciais de grosserias, acusações, injúrias, perseguições a pessoas e instituições e até exagerados auto-elogios. Finalmente, outros são verdadeiras páginas de cultura, transmissão de conhecimentos, apelos à constituição de uma sociedade democrática e participativa.</p>
<p>E estes são, inequivocamente, a maioria.</p>
<p>Ora, para obviar a todos aqueles inconvenientes e por respeito pelos leitores e também pelos autores dos artigos, o Jornal de Sintra fez publicar na edição de 6 de Março um conjunto de recomendações da prática jornalística que são, actualmente, as directivas que qualquer artigo de opinião deve observar para ser publicável.</p>
<p>E foi dentro deste contexto que recebemos de Fernando Castelo um artigo cuja essência eram as obras ainda em curso na Quinta do Anjo em Sintra. Considerámos de muito interesse o teor do artigo e disso informámos de imediato o seu autor dando-lhe conta da nossa disponibilidade em publicá-lo, logo na edição seguinte, sujeito contudo à aceitação das normas do JS sobre esta matéria.</p>
<p>O Senhor Fernando Castelo, conforme teor do mail que se segue, deu o seu acordo.</p>
<p><span style="font-style: italic;">“Exma. Senhora Dra. Idalina Grácio, </span> <span style="font-style: italic;">Directora do JORNAL DE SINTRA </span>  <span style="font-style: italic;">Sintra, 15 de Setembro de 2009 </span> <span style="font-style: italic;">Estou grato pelos esclarecimentos que teve a gentileza de me prestar. </span> <span style="font-style: italic;">Julgo que no terceiro parágrafo do meu e-mail de ontem ficou clara a minha aceitação das regras indicadas por esse Jornal, pelo que espero a tome em consideração. </span> <span style="font-style: italic;">Dessa forma, apenas me resta insistir para o regime excepcional das fotos, dada a sua inegável importância para um melhor entendimento da matéria escrita. </span> <span style="font-style: italic;">Com os melhores cumprimentos, </span> <span style="font-style: italic;">Fernando Castelo” </span></p>
<p>Assim sendo e a pensar nos leitores e na verdadeira questão de fundo, fizemos os seguintes ajustamentos subsumíveis nas directivas aceites, a saber:</p>
<p>Título inicial Mistérios da dedicação<br />a) Título do JS, Construção em Vale dos Anjos gera polémica<br />Razão &#8211; A questão de fundo, em meu entender, são as obras e a não resposta da UNESCO.</p>
<p>b) Quando FC diz «Dizia uma notícia da época <span style="font-weight: bold;">que uma associação que anda por aí</span>», substituiu-se <span style="font-weight: bold;">por associação de Sintra</span>, e retirou-se <span style="font-weight: bold;">«até hoje que terá feito para a defesa desse património cultural»</span> uma vez que FC não identifica a associação visada.</p>
<p>Razão &#8211; que Jornal de Sintra não divulga insinuações pejorativas a instituições ou pessoas, quando o próprio autor dos artigos, por eventual falta de coragem não o faça. Através do Jornal de Sintra todos podem ser interpelados, incluindo destacadas figuras públicas, mas com explicitação da identificação das pessoas ou das associações a interpelar. É que o Jornal de Sintra não deve dar guarida a insinuações e suspeições, sejam elas quais forem, que possam pôr em causa eventuais nomes de cidadãos ou de associações.</p>
<p>c) Quando se substitui <span style="font-weight: bold;">Façamos o filme</span>, por <span style="font-weight: bold;">façamos o resumo</span> pareceu-nos ser mais correcto e credível.</p>
<p>d) e por último FC – Voltámos a dar conhecimento da evolução da obra à UNESCO. Espera-se que desta vez Paris nos devolva a resposta para tão grande mistério, ou seja, como é possível que, de tanta dedicação tenha resultado tamanha ofensa ao património cultural de Sintra. JS – Voltámos a dar conhecimento da evolução da obra à UNESCO. Espera-se que desta vez Paris nos <span style="font-weight: bold;">responda</span>.</p>
<p>Razão – A questão de fundo é obter a atenção de Paris para o problema e pressionar para que se obtenha a resposta.</p>
<p>Ora, como o leitor pode comprovar as alterações em nada prejudicam a essência do artigo, pelo contrário releva o problema principal e a polémica gerada à sua volta e a insistência junto das entidades internacionais para a sua resolução.</p>
<p>Ora assim não o entendeu Fernando Castelo que, no dia 21 apresentou queixa sobre o ocorrido na Entidade Reguladora da Comunicação Social, o que aliás é um direito que lhe assiste.</p>
<p>Perante a sua atitude, resta-me aguardar, com serenidade, o resultado da sua queixa.</p>
<p>Como o leitor certamente entenderá este é um assunto que me incomoda, porque agi de boa fé, e em meu entender com legitimidade. No entanto e dentro da consideração que os leitores do Jornal de Sintra me merecem, apresento-lhes esta explicação, extensiva ao senhor Fernando Castelo.</p>
<p>Idalina Grácio de Andrade</p>
<p><span style="font-size:85%;">*a listagem de artigos de opinião está disponível na edição em papel</span></div>
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