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	<title>Jornal de Sintra &#187; Teatro</title>
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	<description>Semanário Regionalista Independente</description>
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		<title>Rio de Mouro</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 15:21:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rio de Mouro]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[Reticências dão vida a refugas Inserido no projecto “Panos – Palcos novos, palavras novas…” e com o apoio da Culturgest, esteve em palco a peça “Refuga”, nos dias 17 e 18 do corrente, no auditório da Igreja de Rio de Mouro, pelo Teatro Reticências da Escola Secundária Leal da Câmara. A estória, da autoria da [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><font size="5"><span style="font-weight: bold;">Reticências dão vida a refugas </span></font></p>
<div style="text-align: justify;">Inserido no projecto “Panos – Palcos novos, palavras novas…” e com o apoio da Culturgest, esteve em palco a peça “Refuga”, nos dias 17 e 18 do corrente, no auditório da Igreja de Rio de Mouro, pelo Teatro Reticências da Escola Secundária Leal da Câmara.</p>
<p>A estória, da autoria da britânica Abi Morgan e com encenação de Rui Mário, feita com o propósito de ser representada por elencos jovens e para espectadores jovens, centra-se na vida de várias crianças refugiadas que tentam escapar ao terror das suas infâncias: “Refuga é uma peça sobre sonhos perdidos, países perdidos e uma geração de crianças perdidas”, explicou a autora da peça. “Não consigo pensar num elenco de actores mais apropriado do que os dos grupos juvenis, escolas e faculdades que pegaram nesta peça”. “Foi um privilégio escrevê-la para eles e para os dois mil ou mais menores desacompanhados que todos os anos chegam a este país à procura de asilo”. A estória de Kojo de 14 anos, em que ninguém acredita, de Roza que ainda houve as bombas do seu país natal a cair de noite e de Cheung, de uma aldeia chinesa com 1000 anos, entre outros, encantou os jovens espectadores que assistiram à peça. </p>
<p>VSS</div>
<p></p>
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		<title>Sintra/Estefânia</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 13:13:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sintra]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[Curso de iniciação ao teatro no Espaço Reflexo Dirigido pelas actrizes Lavínia Roseiro e Paula Luiz, este curso de iniciação é destinado a maiores de 16 anos e terá um horário pós-laboral. A realizar-se no Espaço Reflexo, na Estefânia, o curso promete desenvolver competências variadas, indispensáveis ao próprio desenvolvimento dos jovens, bem como ajudar a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><font size="5"><span style="font-weight: bold;">Curso de iniciação ao teatro no Espaço Reflexo </span><br style="font-weight: bold;"></font><br />Dirigido pelas actrizes Lavínia Roseiro e Paula Luiz, este curso de iniciação é destinado a maiores de 16 anos e terá um horário pós-laboral. A realizar-se no Espaço Reflexo, na Estefânia, o curso promete desenvolver competências variadas, indispensáveis ao próprio desenvolvimento dos jovens, bem como ajudar a descobrir a sua “veia” para o teatro.</p>
<p>Mais informações: 214 213 188/ 963 238 740/ 916 293 719.</div>
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		<title>Cabriz</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 11:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cabriz]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[“A Canção de Lisboa” volta ao palco O musical de Paulo Taful “A Canção de Lisboa”, que encheu a sala da Companhia de Teatro da Associação Cultural, Social e Recreativa de Cabriz no ano passado, regressa agora ao palco no mesmo local. Os espectáculos realizam-se todos os sábados, pelas 21.30h e excepcionalmente no dia 25, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><font size="5"><span style="font-weight: bold;">“A Canção de Lisboa” volta ao palco </span></font><br /><br style="font-weight: bold;"><span style="font-weight: bold;">O musical de Paulo Taful “A Canção de Lisboa”, que encheu a sala da Companhia de Teatro da Associação Cultural, Social e Recreativa de Cabriz no ano passado, regressa agora ao palco no mesmo local. </span></p>
<p>Os espectáculos realizam-se todos os sábados, pelas 21.30h e excepcionalmente no dia 25, domingo, pelas 17.30h. Baseado no musical de Filipe La Féria com o mesmo nome, esta peça promete voltar a ser um “excelente espectáculo”, como o referiu o Jornal de Sintra no ano passado. Informações e reservas: 919 371 048.</div>
<p></p>
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		<title>Sintra/Casa de Teatro</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 09:50:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Sintra]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[“Não se paga, não se paga!” em cena A peça levada a palco na Casa de Teatro de Sintra pelo centro de difusão cultural Chão de Oliva e da encenação de João de Mello Alvim, estreia hoje, dia 18, pela segunda vez, depois de 15 anos. Para além de um olhar sobre os problemas de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SrNxUG3CttI/AAAAAAAAAkI/vUys3bJnMkc/s1600-h/teatro4.JPG"><img style="cursor: pointer; width: 158px; height: 117px;" src="http://4.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SrNxUG3CttI/AAAAAAAAAkI/vUys3bJnMkc/s320/teatro4.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382770569890674386" border="0" /></a><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SrNw_GvucLI/AAAAAAAAAkA/L_4BuZvctY4/s1600-h/teatro3.JPG"><img style="cursor: pointer; width: 154px; height: 117px;" src="http://4.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SrNw_GvucLI/AAAAAAAAAkA/L_4BuZvctY4/s320/teatro3.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382770209082732722" border="0" /></a><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SrNvPGcLEMI/AAAAAAAAAjw/uFslUG99CIE/s1600-h/teatro1.JPG"><img style="cursor: pointer; width: 87px; height: 117px;" src="http://1.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SrNvPGcLEMI/AAAAAAAAAjw/uFslUG99CIE/s320/teatro1.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382768284855374018" border="0" /></a><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SrNxycj6m5I/AAAAAAAAAkQ/gxHg1tDK464/s1600-h/teatro5.JPG"><img style="cursor: pointer; width: 153px; height: 117px;" src="http://1.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SrNxycj6m5I/AAAAAAAAAkQ/gxHg1tDK464/s320/teatro5.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382771091112106898" border="0" /></a></div>
<p><span style="font-size:180%;"><span style="font-weight: bold;">“Não se paga, não se paga!” em cena  </span></span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;">A peça levada a palco na Casa de Teatro de Sintra pelo centro de difusão cultural Chão de Oliva e da encenação de João de Mello Alvim, estreia hoje, dia 18, pela segunda vez, depois de 15 anos. Para além de um olhar sobre os problemas de meados do século passado, que se adequam aos nossos tempos, esta é também uma homenagem à falecida actriz Maria João Fontaínhas. </span></p>
<p>Uma estória bem-humorada que, apesar de não ter sido escrita na última década, aponta mordazmente os principais problemas com que os cidadãos se deparam no quotidiano de hoje em dia: o desemprego, a falta de poder de compra, o desânimo, a insatisfação face ao governo. É assim uma pintura contemporânea da sociedade, recriada a partir do texto do Nobel da Literatura de 1997, Dario Fo, construída de forma inteligente sob os dramas e o absurdismo de peripécias de dois casais amigos, de um polícia, de um sargento e de um cangalheiro. São estes os ingredientes para uma peça que, apesar de divertida, leva o público a reflectir sobre a actualidade.</p>
<p>O Jornal de Sintra assistiu a um dos ensaios do “Não se paga, não se paga!”, que estreará hoje, sexta-feira, na Casa de Teatro de Sintra pelo Centro de Difusão Cultural Chão de Oliva, mas que teve já uma ante-estreia destinada especialmente “para os candidatos às eleições legislativas e autárquicas”, contou o encenador João de Mello Alvim, já que, numa altura em que se fala tanto em subsídios, mas que poucos são destinados às artes e à cultura, este será “o subsídio para os agentes políticos actuais”.</p>
<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SrNwejnb4jI/AAAAAAAAAj4/CgXaaKnoh-I/s1600-h/teatro2.JPG"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SrNwejnb4jI/AAAAAAAAAj4/CgXaaKnoh-I/s320/teatro2.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382769649896907314" border="0" /></a></p>
<p><span style="font-weight: bold;">Um bis, 15 anos depois </span><br />O encenador apontou a ideia errada de que os criadores artísticos estão fechados à realidade: “Não, nós participamos da sociedade” e o teatro “tem uma função social”. “Ao fazer teatro não fechamos a porta e os problemas ficam do lado de fora”, explicou.</p>
<p>De facto, pela sua temática tão actual e devido à vontade da equipa do Chão de Oliva de “questionar a situação política, económica e social actual”, esta encenação volta ao palco, numa versão “redux” daquela que foi feita em 1994, exibida no extinto Cine Teatro Carlos Manuel.</p>
<p>A escolha de uma peça do escritor pouco convencional Dario Fo não foi inocente: “Fizemo-lo com a consciência da escolha de um texto que, para além de nos confrontar com realidades sociais amargas que, trinta e muitos anos depois não foram esbatidas, traz-nos também a alegria primordial do teatro: o jogo”, ressaltou João de Mello Alvim.</p>
<p>A peça tem também um lado afectivo, já que é uma homenagem à falecida actriz Maria João Fontaínhas, que protagonizou a personagem Antónia, na encenação de 1994, e que continua “presente no dia-a-dia do Chão de Oliva”.</p>
<p>O jogo de situações e de palavras, o drama e a comédia, a ironia e a expressividade dos actores focam “de forma leve, divertida e ao mesmo tempo trágica” temas com os quais o público, com certeza, se identificará.</p>
<p>texto e fotos: Vanessa Sena Sousa</div>
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