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	<title>Jornal de Sintra &#187; País</title>
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	<description>Semanário Regionalista Independente</description>
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		<title>Lutar pela vitória no “Centro de Portugal”</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Sep 2010 11:13:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[DESPORTO EXTRA-EDIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[País]]></category>
		<category><![CDATA[Rali]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois da exibição no Rali Cidade de Gondomar, em que Gil Antunes conseguiu o segundo melhor tempo na super especial, batendo quase todos os «superiores 4&#215;4» e sendo logo o primeiro líder do rali no que diz respeito ao regional norte, a equipa sintrense constituída por Gil Antunes e Daniel Amaral volta de novo ao [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/09/gil3.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-3533" title="Gil Antunes e Daniel Amaral" src="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/09/gil3-1024x682.jpg" alt="" width="757" height="504" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Depois da exibição no Rali Cidade de Gondomar, em que Gil Antunes conseguiu o segundo melhor tempo na super especial, batendo quase todos os «superiores 4&#215;4» e sendo logo o primeiro líder do rali no que diz respeito ao regional norte, a equipa sintrense constituída por Gil Antunes e Daniel Amaral volta de novo ao activo para mais uma jornada do Campeonato Regional Ralis Centro, no Rallye Centro de Portugal, que se realiza no próximo dia 17 de Setembro.</p>
<p style="text-align: justify;">Desta feita, e por este mesmo rali ser igualmente pontuável para o Campeonato de Portugal de Ralis, o piloto Gil Antunes irá ser navegado por Ricardo Domingos, já que Daniel Amaral irá fazer equipa com Paulo Neto.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Gil Antunes, os objectivos passam por lutar pela vitória entre os carros de duas rodas motrizes, título idêntico que já conseguiu no Regional Ralis Norte. Como adiantou o piloto do Opel Astra GSI: “estamos na luta pelo título e queremos fazer os possíveis para alcançar um bom resultado final, amealhando assim o máximo de pontos. Sabemos que temos adversários fortes e que não é fácil bater os 4&#215;4, mas também não é impossível. O carro foi revisto e feitas as normais alterações do setup de terra para asfalto, pois o Rali de Gondomar foi muito duro e deixou algumas mazelas, mas estamos confiantes que será uma boa colheita para nós”.</p>
<p style="text-align: justify;">A equipa ocupa no momento o 2.º lugar da classificação geral no Campeonato de Portugal de Ralis, estando a quatro pontos do líder, numa altura onde falta apenas mais duas provas para terminar o campeonato.</p>
<p style="text-align: justify;">O Rallye Centro de Portugal tem um total de sete provas especiais de classificação, indo para a estrada na sexta-feira, dia 17 de Setembro, com a realização de três troços na zona da Marinha Grande. No sábado mais quatro troços na zona de Leiria completam o programa desportivo do rali.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/09/gil2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-3532" title="Gil Antunes e Daniel Amaral" src="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/09/gil2-1024x682.jpg" alt="" width="798" height="531" /></a></p>
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		<title>Depois de uma prova curta, equipa aposta no pódio</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Sep 2010 10:11:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[DESPORTO EXTRA-EDIÇÃO]]></category>
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		<category><![CDATA[Rali]]></category>

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		<description><![CDATA[Não correu da melhor forma a 5.º edição do Rali Cidade de Gondomar para a equipa sintrense Daniel Nunes e Carlos Ramiro. Centrados em vencer entre os concorrentes do Júnior, a dupla começou da melhor forma a primeira especial bem no centro da cidade de Gondomar. Contudo, no decorrer da ligação para a primeira especial [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/09/daniel1.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-3537" title="Daniel Nunes e Carlos Ramiro" src="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/09/daniel1-1024x682.jpg" alt="" width="730" height="486" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Não correu da melhor forma a 5.º edição do Rali Cidade de Gondomar para a equipa sintrense Daniel Nunes e Carlos Ramiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Centrados em vencer entre os concorrentes do Júnior, a dupla começou da melhor forma a primeira especial bem no centro da cidade de Gondomar. Contudo, no decorrer da ligação para a primeira especial do dia de sábado, o passado dia 11,  o diferencial do Mitsubishi Evo VI partiu e foi impossível à equipa prosseguir em prova. Como afirmou o piloto: “ficámos bastante contentes com o resultado da super especial. No decorrer da ligação, inacreditavelmente ouvimos um barulho e logo percebemos que algo estava de errado, o diferencial cedeu e o carro ficou como bloqueado e tivemos que terminar por ali a nossa prova. Uma situação algo difícil de ‘digerir’, pois montámos muito material novo no carro para esta prova e mesmo assim acabou por ceder. De certa forma o rali ainda foi positivo pois os nossos adversários também não acabaram o rali e as posições mantiveram-se iguais”.</p>
<p style="text-align: justify;">A equipa mantém a segunda posição entre os concorrentes do Campeonato de Portugal Júnior De Ralis e volta ao activo esta sexta-feira, dia 17 de Setembro, no Rallye Centro de Portugal, prova esta pontuável para o Campeonato de Portugal de Ralis e Campeonato Regional Ralis Centro.</p>
<p style="text-align: justify;">Tendo já duas vitórias, a dupla tudo fará para cumprir o ditado «não há duas sem três». Como referiu o jovem piloto Daniel Nunes: “esperamos ter mais sorte desta vez, pois temos a certeza que não tendo problemas temos todas as condições para chegar à vitória. O carro foi novamente revisto, e voltamos a substituir mais componentes mecânicos por material novo. No centro já obtivemos duas vitórias e vamos fazer os possíveis para chegar à terceira, mas para isso temos que arriscar, pois contamos com bons adversários que se mantém também na luta pelo título”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/09/daniel2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-3538" title="Daniel Nunes e Carlos Ramiro 2" src="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/09/daniel2-1024x682.jpg" alt="" width="840" height="559" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Redes Sociais • Encontrar o que procura e ver-se livre do que não precisa</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 13:27:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[País]]></category>
		<category><![CDATA[Sintra]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Construindo uma ligação entre o mundo virtual e o real e contrariando o consumismo se vai destacando e firmando o Clube das Trocas – um grupo da famosa rede social Facebook que em cinco meses atraiu 12 mil e 700 membros. Entre tantos utilizadores, o Jornal de Sintra conseguiu encontrar alguns de Sintra que contaram [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/08/facebook.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-3283" title="Facebook" src="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/08/facebook-1024x647.jpg" alt="" width="868" height="548" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Construindo uma ligação entre o mundo virtual e o real e contrariando o consumismo se vai destacando e firmando o Clube das Trocas – um grupo da famosa rede social Facebook que em cinco meses atraiu 12 mil e 700 membros. Entre tantos utilizadores, o Jornal de Sintra conseguiu encontrar alguns de Sintra que contaram a sua experiência.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Há quem troque mais do que objectos. Há quem troque favores, filosofias (um dos tópicos de discussão mais activos) ou simplesmente dois dedos de conversa. Aqui troca-se de tudo. O “aqui” é difícil de explicar, porque a internet é um mundo muito vasto, mas o Clube das Trocas acaba por ser fácil de encontrar por ser um grupo da famosa rede social Facebook*.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje conta com 12 700 membros e tornou-se uma espécie de feira de novos e usados virtual. O fundador, Rui Poças, do Porto, conta que não estava à espera da adesão que o clube teve, que se mostrou um “êxito retumbante” – “Ao criar o grupo [em Fevereiro deste ano] fiquei espantado em ter 2 mil pessoas no segundo dia e 8 mil ao fim de uma semana”. Segundo o fundador, este clube é uma forma de “não gastar um tostão” – o que em tempo de crise torna-se com certeza um ponto a favor – ao mesmo tempo que se pode “encontrar o que se procura vendo-se livre de coisas de que não se precisa”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Interacção entre o mundo virtual e o mundo “real”</strong><br />
O “mural” da página do Clube das Trocas funciona como os “classificados”. Há quem procure, há quem ofereça. E depois, o funcionamento passa pela interacção virtual entre os membros, que escolhem para as trocas o meio que mais favoreça as suas condições e a disponibilidade de cada um – desse modo, a troca de objectos pode ser efectuada através do correio ou mesmo presencialmente (o que muitas vezes dá origem a verdadeiras amizades).</p>
<p style="text-align: justify;">“O clube é uma ideia muito interessante, que estimula a redução dos desperdícios e a ajuda entre as pessoas”, conta Manuela Sousa, que reside entre a Terrugem e Lisboa. “A rede é neste clube uma ferramenta que ajuda as pessoas a cooperarem umas com as outras em coisas bem práticas”, acrescenta esta sintrense, que através do grupo já ofereceu uma colecção de revistas estrangeiras a um dos membros.</p>
<p style="text-align: justify;">Também Lígia Pacheco, de Vila Verde, mostra-se satisfeita por pertencer a este clube: “acho que é um grupo excelente, com uma óptima dinâmica, onde as pessoas podem trocar objectos que já não utilizam por outros ou por serviços, levando-as a reutilizar e a poupar”, explicou esta sintrense que até já trocou DVD’s por uns “headphones” e deu ração para gato à União Zoófila através do Clube das Trocas.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro membro, Jorge Francisco, de Agualva-Cacém, conta que tenciona trocar algumas coisas que estão expostas na página, como livros e um telemóvel, mas que já trocou “gormitis” (bonecos em miniatura coleccionáveis). Apesar de considerar que o clube faz uma boa ligação entre o mundo virtual e o real, Jorge Francisco alerta para os “parasitas” (membros falsos que distribuem “spam” por exemplo ou membros que não são de confiança) e para a necessidade de comunicação e interacção com outros utilizadores da página.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Clube poderá combater o consumismo no mundo “real”</strong><br />
“Tento ser o menos consumista possível e considero que este é um caminho ao qual cada vez mais pessoas devem aderir &#8211; não tem graça nenhuma passar a vida a trabalhar para adquirir bens de que outros se querem desfazer e a alimentar uma sociedade de consumo extremo”, explicou Ana Gonçalves, da Amadora, que até já trocou uma televisão por dois DVD’s infantis, entre outras coisas<br />
“Outro conceito muito interessante” e “inovador”, contou esta membro, “são as trocas de serviços: trocam-se tosquias de cães por companhia para fazer caminhadas, ou cortes de cabelo por tartes vegetarianas e por aí fora”. “Acho que quanto menos dinheiro for preciso para viver, mais felizes seremos e o mundo será melhor”, concluiu Ana Gonçalves<br />
O êxito deste clube de trocas poderá levar o projecto mais longe. “Gostaria de poder desenvolver o clube para algo mais abrangente e simples”, confessou ao JS, Rui Poças. “A sua existência online é o que o torna atractivo, porque fácil e imediato. Mas pode ser bem melhor”, acrescentou. Assim, o fundador procura um espaço físico para desenvolver o clube.</p>
<p style="text-align: justify;">“A minha dificuldade actual, como criador e gestor, é poder dar esse passo sem encargos e sobretudo sem comprometimentos de cariz comercial (patentes no espirito do grupo desde a sua primeira hora)”, explicou. “Para isso tenho procurado um espaço cedido em Lisboa, mas até agora sem sucesso. Tenho de começar a procurar noutros concelhos. Talvez em Sintra?”.</p>
<h6 style="text-align: justify;">Texto: Vanessa Sena Sousa (jornalsintra.redac@mail.telepac.pt)<br />
Artigo publicado na edição de 30 de Julho de 2010</h6>
<address style="text-align: justify;">
</address>
<address style="text-align: justify;">*para ser mais fácil de encontrar basta escrever “Clube das Trocas” na barra de pesquisa do Facebook.</address>
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		<title>Programa de ocupação de tempos livres para jovens</title>
		<link>https://www.jornaldesintra.com/2010/07/programa-de-ocupacao-de-tempos-livres-para-jovens/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 10:16:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[DESPORTO EXTRA-EDIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[País]]></category>

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		<description><![CDATA[Desporto, cultura, património, apoio a crianças e idosos, combate à exclusão social – são estas as áreas do Programa de Ocupação de Tempos Livres promovido pelo Instituto Português da Juventude (IPJ) e destinado a jovens entre os 12 e os 25 anos. As inscrições estão abertas até ao dia 9 de Julho e são feitas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/07/OTL.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3082" title="OTL" src="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/07/OTL.jpg" alt="" width="696" height="577" /></a><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Desporto, cultura, património, apoio a crianças e idosos, combate à exclusão social – são estas as áreas do Programa de Ocupação de Tempos Livres promovido pelo Instituto Português da Juventude (IPJ) e destinado a jovens entre os 12 e os 25 anos. As inscrições estão abertas até ao dia 9 de Julho e são feitas online através do site <a href="http://www.otl.pt/default.asp">www.otl.pt</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">A maioria dos projectos inclui actividades durante 3 a 5 horas por dia, por um período de quatro semanas, entre 1 de Julho a 15 de Setembro.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns dos projectos: Reconstrução de espaços de lazer em praias e parques naturais; limpeza de praias e florestas; vigilância e prevenção de fogos florestais; embelezamento de jardins municipais; colaboração com ecotecas e zonas protegidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais informações em <a href="http://www.otl.pt/default.asp">www.otl.pt</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>[Capa 19-03-2010] Violência nas escolas – a ponta do icebergue!</title>
		<link>https://www.jornaldesintra.com/2010/03/capa-19-03-2010-violencia-nas-escolas-%e2%80%93-a-ponta-do-icebergue/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 15:27:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[País]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta Primavera tardia e invernosa, no meio de uma crise de valores morais, éticos, económicos e financeiros, a notícia do aluno transmontano que se atira ao Tua, para pôr fim à violência de que é alvo por parte dos colegas e o suicídio do professor de Fitares, para terminar com o mau ambiente gerado pelos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_1918" class="wp-caption aligncenter" style="width: 1034px"><a href="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/03/site1.jpg"><img class="size-large wp-image-1918" title="Arquivo Jornal de Sintra" src="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/03/site1-1024x268.jpg" alt="Arquivo Jornal de Sintra" width="1024" height="268" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Arquivo Jornal de Sintra</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nesta Primavera tardia e invernosa, no meio de uma crise de valores morais, éticos, económicos e financeiros, a notícia do aluno transmontano que se atira ao Tua, para pôr fim à violência de que é alvo por parte dos colegas e o suicídio do professor de Fitares, para terminar com o mau ambiente gerado pelos alunos em torno da sua pessoa e não só, abala profundamente todos os que têm por missão educar, do lat educare, <em>criar, alimentar, ter cuidados com</em>. </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A escola de hoje está, cada vez mais, afastada dos conceitos tradicionais tendentes a munir os alunos unicamente de um leque de saberes para o exercício de uma profissão. Todos estamos conscientes de que no horizonte da escola actual, deverá estar ainda presente a trilogia do Saber Fazer, do Saber Estar e do Saber Ser, procurando formar o indivíduo nos seus aspectos intelectual, físico, moral, ético, artístico e religioso, não perdendo de vista a componente familiar e social, com novas realidades multiculturais, que acrescentam valor e complexidade à sua formação.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>A investigação, a formação de professores, os estudos comparados, as realidades de intercâmbio com projectos europeus, multiplicam-se, desde os anos noventa e, apesar das palavras do governo nos falarem de sucesso tecnológico, de sucesso educativo, de nova gestão e qualidade das escolas, assiste-se a um pessimismo generalizado tendente a caracterizar as escolas num desfiar de frases como estas: </em>“cada vez os alunos sabem menos”, “cada vez os alunos estão mais indisciplinados” “os professores estão cheios de trabalho…. horas e horas de reuniões, escrita de relatórios, avaliações…..”</p>
<p style="text-align: justify;">O muro de lamentações não tem mais fim… Estende-se das salas de professores, às conversas de rua, aos colóquios do jantar em família. Esquecemo-nos, sistematicamente, de que a escola é o espelho da sociedade que temos, da sociedade que somos e que ajudámos a ser e não damos conta de que ela influencia muito mais a escola do que a escola a influencia&#8230; Ora, de uma realidade social febril, cancerosa, com uma economia à beira do colapso, com uma justiça inoperante, com uma corrupção flagrante a todos os níveis, com um défice de autoridade que favorece o desvio à norma, com uma insegurança geradora de medos, só pode resultar uma complexidade perturbadora e desequilibrada que levam ao desânimo, ao laicismo, à desistência. E como se isto não bastasse, acresce ainda a falta de visão de uma política educativa que dê resposta aos desafios no terreno.</p>
<p style="text-align: justify;">A importância ascendente do tecnicismo e do economicismo, fazem submergir valores na esfera da vida, da sensibilidade, do bom senso, da cortesia, da religiosidade, do respeito pelos professores, pelos pais, pelos desfavorecidos, pelo ambiente, pelo património histórico, pelo ser que cada um é integrado num todo. Assiste-se em galope desenfreado à valorização do ter, do lucro fácil, do poder mentiroso, ardiloso e demagogo, da agressividade, da competição desenfreada, do atropelo desmedido, em nome de um qualquer pragmatismo, de um qualquer paradigma, enfim, de um qualquer enunciado sinónimo de índice económico, convergência, melhoria, sucesso num futuro próximo que nunca chega.</p>
<p style="text-align: justify;">Em nome de tudo isto e do muito que fica por dizer, há cada vez mais mentira, mais agressividade, mais violência, mais estradas, comboios e aeroportos, mais desrespeito, mais falta de solidariedade, mais pobreza e… mais vazio, apesar de tudo andar cada vez mais ocupado: o espaço, com mais coisas e as mentes, com mais informação.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_1919" class="wp-caption aligncenter" style="width: 1034px"><a href="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/03/site2.jpg"><img class="size-large wp-image-1919" title="Arquivo Jornal de Sintra" src="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/03/site2-1024x682.jpg" alt="Arquivo Jornal de Sintra" width="1024" height="682" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Arquivo Jornal de Sintra</p></div>
<p style="text-align: justify;"><em>A tudo isto não são indiferentes as crianças de hoje. Aos professores não basta</em> “honesto estudo, com longa experiência misturado”.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>O estudo, a missão, os anos de carreira docente e o amar a profissão, de pouco valem face à influência de uma sociedade em putrefacção e à má fé de infindáveis directivas oriundas de ministérios de educação lacaios de um poder político contador de cêntimos para quem vale tudo, excepto o que é honesto, de directivas cujos desígnios são, no mínimo, <strong>obscuras</strong>…! </em></p>
<p style="text-align: justify;">Na era da informática, asfixiam tudo e todos com relatórios sem fim e reuniões sem objecto, com o único fim de dividir. Importa é não deixar tempo para reflectir, forçar os professores a calar e consentir, o que, na maioria dos casos acontece, por razões de sobrevivência, por falta de alternativas, se não, quantas vezes, por medo!</p>
<p style="text-align: justify;">O sentimento de impotência cresce na medida exacta do crescente atropelo das normas mais elementares da boa educação e da disciplina, paralelamente com a sistemática e programada destruição do prestígio, da autoridade e até da dignidade da figura do professor.</p>
<p style="text-align: justify;">Falamos do professor, mas podíamos falar do funcionário público, do empregado bancário, do artesão, do técnico de informática, do militar, do engenheiro, do advogado, do lavrador, da dona de casa&#8230;e em relação a cada um deles em muito pouco o nosso discurso seria diferente.</p>
<p style="text-align: justify;">É que o mal é mais profundo, é estrutural, é cívico, é moral. O corpo social está doente e só curando cada uma das partes, que é cada um de nós, será possível restituir-lhe a saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">O melhor exemplo que me ocorre é o da colmeia, que mesmo sem mestra, mercê da tarefa escrupulosamente cumprida por cada obreira, não só suscita a eclosão de uma nova mestra, como rapidamente se regenera.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<h6>M. Anjos Lobato &#8211; Professora<br />
Fotos: Arquivo JS</h6>
]]></content:encoded>
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		<title>Campeonato Nacional de Karate Shukokai em Mucifal</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 15:26:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[DESPORTO EXTRA-EDIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Karate]]></category>
		<category><![CDATA[Mucifal]]></category>
		<category><![CDATA[País]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos próximos dias 20 e 21 de Março, o Pavilhão da União Mucifalense vai ser palco do Campeonato Nacional de Karate Shukokai, que contará com a participação de cerca de 300 atletas em representação de dezenas de clubes oriundos de norte a sul do país. Para além da vertente puramente competitiva, a realização em Sintra [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/03/karate.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1911" title="Campeonato nacional Karate Shudokai" src="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/03/karate-300x207.jpg" alt="Campeonato nacional Karate Shudokai" width="300" height="207" /></a>Nos próximos dias 20 e 21 de Março, o Pavilhão da União Mucifalense vai ser palco do Campeonato Nacional de Karate Shukokai, que contará com a participação de cerca de 300 atletas em representação de dezenas de clubes oriundos de norte a sul do país.</p>
<p style="text-align: justify;">
Para além da vertente puramente competitiva, a realização em Sintra do Campeonato Nacional de Karate Shukokai apresenta-se como uma oportunidade para testar métodos tecnológicos inovadores de escrutínio e organização, de produção exclusivamente nacional, que se pretendem vir a ser aplicados no futuro em todas as competições internacionais da modalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p><strong>Programa</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dia 20</strong><br />
Escalões de Pré-Infantis, Infantis, Juvenis e Cadetes<br />
8.45h Reunião de Árbitros<br />
9h Pesagem e Medição de Atletas<br />
9.20h Chamada para as provas<br />
9.30h Prova de Kata<br />
12h Eliminatória Kumité Equipa<br />
13h Intervalo para Almoço<br />
14h Cerimónia de Abertura<br />
14.30h Chamada para as provas<br />
14.40h Eliminatórias Kumité Ind. Masc./Fem.<br />
18h Finais de Kumité Equipas e Individuais<br />
19h Entrega de Troféus<br />
19.45h Cerimónia de Encerramento</p>
<p><strong>Dia 21</strong><br />
Escalão de Seniores<br />
8.45h Reunião de Árbitros<br />
9h Pesagem e Medição de Atletas<br />
9.20h Chamada para as provas<br />
9.30h Prova de Kata<br />
12h Eliminatória Kumité Equipa<br />
13h Intervalo para Almoço<br />
14h Cerimónia de Abertura<br />
14.30h Chamada para as provas<br />
14.40h Eliminatórias Kumité Ind. Masc./Fem.<br />
18h Finais de Kumité Equipas e Individuais<br />
19h Entrega de Troféus<br />
19.45h Cerimónia de Encerramento</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>54.º Estoril Open de Portugal foi adiado para Junho</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 17:29:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[DESPORTO EXTRA-EDIÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Estoril]]></category>
		<category><![CDATA[golfe]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[País]]></category>
		<category><![CDATA[Sintra]]></category>

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		<description><![CDATA[O European Tour anunciou que o Estoril Open de Portugal, agendado originalmente de 1 a 4 de Abril, irá realizar-se de 10 a 13 de Junho, a semana que estava anteriormente reservada para o Open da Áustria. Penha Longa Hotel O torneio, a disputar-se no Penha Longa Hotel Spa &#38; Golf Resort, em Sintra/Estoril, transferiu-se [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>O European Tour anunciou que o Estoril Open de Portugal, agendado originalmente de 1 a 4 de Abril, irá realizar-se de 10 a 13 de Junho, a semana que estava anteriormente reservada para o Open da Áustria. </strong></p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_1628" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/02/desporto.jpg"><img class="size-medium wp-image-1628" title="Penha Longa Hotel" src="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/02/desporto-300x112.jpg" alt="Penha Longa Hotel" width="300" height="112" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Penha Longa Hotel</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">O torneio, a disputar-se no Penha Longa Hotel Spa &amp; Golf Resort, em Sintra/Estoril, transferiu-se para uma nova data mais perto do Verão, na sequência da mudança do Open da Áustria para o período de 16 a 19 de Setembro no calendário internacional de 2010 do European Tour. A oportunidade de alterar o Estoril Open de Portugal do fim-de-semana da Páscoa para o início do Verão, mesmo na semana anterior ao Open dos Estados Unidos, assegurará que o campo se apresente nas suas melhores condições, após um significativo programa de renovação do campo, beneficiando a competição do European Tour.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Duarte Nobre Guedes, presidente do Turismo Estoril, “a Penha Longa beneficiou de um extenso programa de remodelação e a mudança de data irá permitir que o campo seja jogado em excelentes condições. A nova data de Junho irá ajudar-nos a promover esta região espectacular, mesmo à entrada da época de férias de Verão e estamos encantados que nos tenha sido disponibilizada esta semana importante para o Estoril Open de Portugal”.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente da Federação Portuguesa de Golfe, Manuel Agrellos, comentou que “o Estoril Open de Portugal é um dos mais antigos e importantes torneios do European Tour e este tempo extra irá garantir o melhor teste possível aos melhores jogadores da Europa”. Já Keith Waters, <em>chief operating officer</em> e director de Política Internacional do European Tour declarou que “a oportunidade de transferir o Estoril Open de Portugal para uma data estival foi bem acolhida por todas as partes e promoverá a Penha Longa e a região do Estoril no dealbar da época golfista de Verão”.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Serra de Sintra na lista de pré-finalistas das “7 Maravilhas Naturais de Portugal”</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 16:40:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[País]]></category>
		<category><![CDATA[Sintra]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Já são conhecidos os 77 pré-finalistas na eleição das “7 Maravilhas Naturais de Portugal”, de entre os quais constam a Serra de Sintra e o Cabo da Roca. São consideradas “Maravilhas Naturais”os monumentos naturais em território nacional que contenham um ou mais aspectos de raridade ou representatividade em termos ecológicos, estéticos, científicos e culturais. Os [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Já são conhecidos os 77 pré-finalistas na eleição das “7 Maravilhas Naturais de Portugal”, de entre os quais constam a Serra de Sintra e o Cabo da Roca. </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/02/pena.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1662" title="Palácio da Pena" src="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/02/pena-300x174.jpg" alt="Palácio da Pena" width="300" height="174" /></a></strong></p>
<p style="text-align: justify;">São consideradas “Maravilhas Naturais”os monumentos naturais em território nacional que contenham um ou mais aspectos de raridade ou representatividade em termos ecológicos, estéticos, científicos e culturais. Os préfinalistas são organizados em sete categorias que representam a diversidade paisagística de Portugal: “Grutas e Cavernas”; “Praias e Falésias”; “Florestas e Matas”; “Grandes Relevos”; “Zonas Aquáticas não Marinhas”; “Zonas Protegidas” e “Zonas Marinhas”. De acordo com Francisco Ferreira, representante da Quercus, esta é “uma iniciativa que dá um maior protagonismo e visibilidade ao património natural que temos e à conservação da natureza, áreas que em termos de prioridade têm sido esquecidas por sucessivos Governos e também pela população”. O responsável salienta: “Pensamos que a iniciativa irá aproximar as pessoas do território, permitir-lhes perceber as características únicas de habitats”.</p>
<p style="text-align: justify;">Também o Ministério do Ambiente, louva esta iniciativa: “A iniciativa das “7 Maravilhas Naturais de Portugal” acontece quando se assinala o Ano Internacional da Biodiversidade. É objectivo do Ministério do Ambiente alertar todos para a importância deste tema, pois a perda de biodiversidade a médio e longo prazo vem traduzir-se na perda da nossa qualidade de vida”, afirma Dulce Álvaro Pássaro em comunicado.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, até ao dia 7 de Março serão revelados os 21 finalistas (três por categoria) que serão alvo de votação até Setembro, altura em que é revelada a lista definitiva de “7 Maravilhas Naturais”.</p>
<h2>“Novas 7 Maravilhas do Mundo”</h2>
<p style="text-align: justify;">Foi em 2007 que primeiro se realizou a eleição dos 7 símbolos mundiais, “Maravilhas do Mundo”, com 100 milhões de pessoas de todo o planeta a participar democraticamente na sua eleição. Este ano, a 7 New Wonders Portugal (7NWP), organizadora do evento, decidiu antecipar a eleição mundial das “7 Maravilhas da Natureza”, em 2011, promovendo uma eleição homónima em Portugal. “Seremos o primeiro país a nível mundial a eleger as suas maravilhas da natureza, o que nos coloca na linha da frente em termos de preservação ambiental e de sustentabilidade”, sublinha Luís Segadães, presidente da 7NWP. Como não se antecipa mais nenhuma eleição nas próximas décadas, “quem fica eleito uma das 7 maravilhas, fica para sempre”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h6 style="text-align: justify;">VSS</h6>
<h6 style="text-align: justify;">Foto: Arquivo JS</h6>
]]></content:encoded>
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		<title>[Capa 19-02-2010] “Hoje é um bom dia para dar” sangue</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 14:31:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[País]]></category>
		<category><![CDATA[Sintra]]></category>

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		<description><![CDATA[As reservas de sangue estão a escassear. O alerta provém do Instituto Português do Sangue (IPS) que registou, na semana anterior ao Carnaval, uma descida preocupante, que assegurava apenas a cobertura de dois dias de utilização normal.Dia 20 de Fevereiro haverá uma recolha de sangue junto ao Palácio da Vila, em Sintra, das 15h às [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>As reservas de sangue estão a escassear. O alerta provém do Instituto Português do Sangue (IPS) que registou, na semana anterior ao Carnaval, uma descida preocupante, que assegurava apenas a cobertura de dois dias de utilização normal.Dia 20 de Fevereiro haverá uma recolha de sangue junto ao Palácio da Vila, em Sintra, das 15h às 19.30h.<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A diminuição de doações e a época de férias resultaram numa descida nas reservas de sangue nacional e levaram a uma campanha de recolha de sangue promovida pelo Instituto Português do Sangue (IPS) que se manifestou, de dia 12 até dia 16 à noite, na resposta de 5882 pessoas aos apelos levados a cabo pelo Ministério. As dádivas recolhidas representam o triplo do que é colhido por dia mas, de acordo com o presidente do IPS, Gabriel de Olim, já foram gastas 3900 doses de sangue, restando menos de duas mil para reserva. “Isto é como um depósito com a torneira aberta; ou se fecha o depósito ou se fecha a torneira, para que haja equilíbrio. Neste caso, não se pode fechar a torneira”, explica o responsável. A diminuição das listas de espera nos hospitais, bem como o consequente aumento das cirurgias são uma das causas para o crescente uso das reservas que se tem vindo a registar, e apresenta uma realidade preocupante: “o consumo está a ser superior às colheitas”, alerta Gabriel de Olim, que apresenta dois exemplos: uma paciente a quem foi transplantado um fígado necessitou do sangue de 50 dadores e um homem a quem foi feita uma cirurgia para tratar um aneurisma necessitou do sangue de 20 dadores.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/02/sangue.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1654" title="Instituto Português do Sangue" src="http://www.jornaldesintra.com/wp-content/uploads/2010/02/sangue-193x300.jpg" alt="Instituto Português do Sangue" width="193" height="300" /></a></strong>País é auto-suficiente em sangue – por enquanto</h2>
<p style="text-align: justify;">A média de colheitas de sangue em Portugal é superior à média europeia: existem actualmente 40 colheitas por 1000 habitantes, enquanto que na restante Europa as colheitas são de 37 por 1000 habitantes. “Somos um país auto-suficiente em sangue”, sublinha Gabriel de Olim, mas é necessário que haja pelo menos 1200 dadores de sangue por dia, já que há diariamente 700 a 800 pacientes que necessitam desse bem.</p>
<p style="text-align: justify;">“A manter-se o consumo elevadíssimo de sangue que ocorreu na semana anterior ao Carnaval, chegámos à conclusão de que poderíamos ter uma ruptura”, explicou o responsável. A resposta das pessoas tem sido positiva, mas “toda a ajuda é preciosa e todos os dias”.</p>
<p style="text-align: justify;">Actualmente cerca de 50% das reservas é proveniente de várias associações de dadores. Em Sintra, é a própria Câmara Municipal, pelo Grupo de Dadores de Sangue, que dinamiza recolhas, a funcionários e munícipes, em diversos pontos do concelho – por enquanto, não há nenhuma a decorrer, pelo que para dar sangue é preciso deslocar-se até ao IPS de Lisboa. “Há um grande movimento de dadores de sangue em Sintra”, elogiou Gabriel de Olim. Em 2009 realizaram-se várias campanhas em escolas, paróquias, instituições particulares de solidariedade social e Juntas e este ano prevê-se que hajam múltiplas campanhas.</p>
<p style="text-align: justify;">“Estamos a preparar brigadas móveis para ir a lugares no interior e outras campanhas”, especialmente nas zonas urbanas. Já para o dia 20 do corrente foi preparada uma unidade móvel de urgência, que ficará junto ao Palácio da Vila das 15h às 19.30h à espera do contributo dos munícipes*.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Todos os tipos de sangue são necessários…</h2>
<p style="text-align: justify;">…, mas o Grupo A e O são os mais necessários, já que são também os mais requisitados. Não obstante, “todos os tipos de sangue são necessários”. Com cerca de meio milhão de inscritos no IPS, e o presidente afirma que se cada pessoa doasse pelo menos uma vez por ano ainda sobrava sangue para manter em reserva. O site do IPS alerta: “Todos os dias são bons para dar sangue. Hoje é um bom dia para dar”.</p>
<h6>Vanessa Sena Sousa</h6>
<p><a href="http://www.ipsangue.org/brigadas_site/index.php?tipo=LISBOA" target="_blank">*Outras recolhas de sangue</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>As origens da introdução da Árvore de Natal em Portugal</title>
		<link>https://www.jornaldesintra.com/2009/12/artigo-de-opiniao-21/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 01:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo de opinião]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[País]]></category>
		<category><![CDATA[Sintra]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[A tradição da Árvore de Natal foi introduzida em Portugal por D. Fernando II, casado com a rainha D. Maria II. Em Portugal, até meados do século XIX, a tradição do Natal tinha como centro a figura do Presépio. No entanto, finda a Guerra Civil de 1832-34, que opôs os Liberais aos Miguelistas, da Corte, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;">A tradição da Árvore de Natal foi introduzida em Portugal por D. Fernando II, casado com a rainha D. Maria II. </span></div>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://3.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SzLGLBaSmEI/AAAAAAAACGU/LZW9m_IG_ek/s1600-h/DSCF9226.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418611194339694658" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 320px; float: left; height: 241px; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SzLGLBaSmEI/AAAAAAAACGU/LZW9m_IG_ek/s320/DSCF9226.JPG" border="0" alt="" /></a>Em Portugal, até meados do século XIX, a tradição do Natal tinha como centro a figura do Presépio. No entanto, finda a Guerra Civil de 1832-34, que opôs os Liberais aos Miguelistas, da Corte, a tradição da Árvore de Natal foi passando das elites para uma parte da população. Mas a grande difusão da Árvore de Natal foi no século XX, na década de 60, graças à revolução nos meios de informação e comunicação, como a televisão. Altura em que também a figura do “Pai Natal” símbolo, claramente economicista e materialista, começou a “ganhar terreno” ao Menino Jesus – única verdadeira razão pela qual se celebra o Natal, pois Natal significa nascimento; neste caso, é a celebração do nascimento de Jesus Cristo. e com a ascensão ao Trono de Portugal da Rainha Dona Maria II, os hábitos da Corte Portuguesa, por altura do Natal mudaram. Assim, em 1836, a Rainha casou com o Príncipe Ferdinand von August Franz Anton von Sachsen- Coburg-Gotha-Koháry, mais tarde, D. Fernando II, o Rei-Artista. Deste casamento nasceram muitos filhos, dois dos quais foram mais tarde os reis Dom Pedro V e Dom Luís I. Com a vinda para Portugal de Dom Fernando II foi introduzida na Corte Portuguesa, a tradição da Árvore de Natal. Dona Maria II ficou conhecida na História com o cognome de “A Educadora”, tal era a sua preocupação com a educação dos seus filhos. O ambiente familiar assemelhava- se bastante a uma família burguesa no período do auge do Romantismo. Consta, segundo registos, que Dom Fernando II, na Noite de Natal, vestia-se de S. Nicolau e distribuía presentes aos seus filhos numa festa genuinamente familiar.</p>
<div style="text-align: justify;"><a href="http://1.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SzLFyprmk5I/AAAAAAAACGM/A-NY-9WIso0/s1600-h/DSCF9228.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418610775652995986" style="margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 241px; display: block; height: 320px; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SzLFyprmk5I/AAAAAAAACGM/A-NY-9WIso0/s320/DSCF9228.JPG" border="0" alt="" /></a>D. Fernando II, o Rei-Artista. Estátua no Largo do Ramalhão, em Sintra, uma homenagem do povo</div>
<p style="text-align: justify;">A pouco e pouco, graças à influência da Corte, a tradição da Árvore de Natal foi passando das elites para uma parte da população. Mas a grande difusão da Árvore de Natal foi no século XX, na década de 60, graças à revolução nos meios de informação e comunicação, como a televisão. Altura em que também a figura do “Pai Natal” símbolo, claramente economicista e materialista, começou a “ganhar terreno” ao Menino Jesus – única verdadeira razão pela qual se celebra o Natal, pois Natal significa nascimento; neste caso, é a celebração do nascimento de Jesus Cristo.</p>
<p style="text-align: justify;">Texto: David Garcia<br />
Fotos: Idalina Grácio</p>
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