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	<title>Jornal de Sintra &#187; Tapada das Mercês</title>
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	<description>Semanário Regionalista Independente</description>
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		<title>Escola Visconde de Juromenha comemora 34 anos de existência</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 16:36:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Tapada das Mercês]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi no dia 17 do corrente que a escola básica de 2.º e 3.º ciclos Visconde de Juromenha cumpriu o 34.º aniversário. De acordo com comunicado da Associação de Pais e Encarregados de Educação (APEE), “são trinta e quatro anos de contribuição valorosa em prol de uma comunidade multifacetada, cujo objectivo que lhe está naturalmente [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="color: #006600; font-size: 180%;"><span style="font-weight: bold;"></span></span></p>
<p><span style="font-weight: bold;">Foi no dia 17 do corrente que a escola básica de 2.º e 3.º ciclos Visconde de Juromenha cumpriu o 34.º aniversário.</span> De acordo com comunicado da Associação de Pais e Encarregados de Educação (APEE), “são trinta e quatro anos de contribuição valorosa em prol de uma comunidade multifacetada, cujo objectivo que lhe está naturalmente associado, a de educar e formar cidadãos em que os valores essenciais, estejam presentes, foi-se alcançando. “Todavia, isso só foi conseguido à custa de muito esforço e dedicação colectiva, com especial destaque para o pessoal docente e não docente da escola, que muitas vezes, sem as mínimas condições, foram concretizando a sua missão, influenciando ao longo dos tempos, de forma positiva e indelével, gerações de alunos”, prossegue o comunicado.</p>
<p>Esta escola, exemplo de mais uma escola que é “’provisória’ há mais de trinta anos” será, no entanto, “substituída em breve, dentro da planificação que já decorre”, segundo a APEE. “Estamos em crer, que este virar de página que se aproxima, em muito irá contribuir para um melhor desempenho da nossa escola, que não deixará de se reflectir em todo o agrupamento escolar da Tapada das Mercês”, refere a APEE, não deixando de ressaltar o lema do agrupamento: «Mudar, Inovar e Cooperar, para Melhor Educar”.</p>
</div>
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		<title>Tapada das Mercês/Algueirão &#8211; Mem Martins</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 11:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Algueirão - Mem Martins]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Tapada das Mercês]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Procissão de N.ª Sra. das Mercês movimenta a Feira Realizou-se no dia 25 de Outubro a tradicional procissão em honra de N.ª Sra. das Mercês, que junta à Feira das Mercês um carácter religioso. O cortejo, que se efectua há 238 anos, é considerado o dia mais movimentado da Feira. O tempo cinzento e o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SusFX5tqlQI/AAAAAAAABRI/S4k9g0GiOpw/s1600-h/DSCF7740.JPG"><img style="cursor: pointer; width: 250px; height: 187px;" src="http://3.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SusFX5tqlQI/AAAAAAAABRI/S4k9g0GiOpw/s320/DSCF7740.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398414486521156866" border="0" /></a><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SusFkH-NOcI/AAAAAAAABRQ/tHNI92HdC8A/s1600-h/DSCF7679.JPG"><img style="cursor: pointer; width: 140px; height: 187px;" src="http://3.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SusFkH-NOcI/AAAAAAAABRQ/tHNI92HdC8A/s320/DSCF7679.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398414696507062722" border="0" /></a><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SusFyfkzieI/AAAAAAAABRY/NlmXPyhilnQ/s1600-h/DSCF7669.JPG"><img style="cursor: pointer; width: 250px; height: 188px;" src="http://2.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SusFyfkzieI/AAAAAAAABRY/NlmXPyhilnQ/s320/DSCF7669.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398414943361141218" border="0" /></a></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size:180%;"><span style="font-weight: bold;"></p>
<p>Procissão de N.ª Sra. das Mercês movimenta a Feira</span></span>  <span style="font-weight: bold;"></p>
<p>Realizou-se no dia 25 de Outubro a tradicional procissão em honra de N.ª Sra. das Mercês, que junta à Feira das Mercês um carácter religioso. O cortejo, que se efectua há 238 anos, é considerado o dia mais movimentado da Feira.</span></p>
<p>O tempo cinzento e o piso inclinado que levam à capela não afastaram as inúmeras pessoas que, muito antes da missa começar, já se encontravam no local e nos arredores, por onde passaria mais tarde a procissão com a tão esperada imagem da padroeira. A missa começou e a pequena capela, com sinais visíveis de degradação, encheu-se de fiéis que transbordaram para as imediações. Já há algum tempo que assim tem sido, pelo que foram instaladas colunas nas janelas do edifício, para que toda a gente pudesse ouvir a celebração.</p>
<p>Entretanto, ao longo da pequena colina que antecede a capela, várias pessoas se reuniam à espera, junto a vários carros que foram sendo estacionados ao sabor do espaço que houvesse. Também a banda da Associação Recreativa Musical de Carcavelos se preparava para acompanhar as imagens dos santos que, entretanto, eram preparadas para ser saudados pelas pessoas.</p>
<div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SusJZ4SqsiI/AAAAAAAABR4/t_zz4_F88nE/s1600-h/DSCF7671.JPG"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SusJZ4SqsiI/AAAAAAAABR4/t_zz4_F88nE/s320/DSCF7671.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398418918545732130" border="0" /></a>As pessoas aguardavam a procissão</p>
<p></div>
<p><span style="font-weight: bold;">Uma procissão com mais de dois séculos</span><br />De acordo com Alfredo Costa, presidente da Associação de Solidariedade Social das Mercês (ASSM), que organiza a Feira, a procissão em honra de N.ª Sra. das Mercês “é uma tradição que se realiza há 238 anos!”.</p>
<p>De facto, a feira, que é montada na segunda quinzena de Outubro num terreno baldio entre o Algueirão e a Rinchoa “tem um historial muito grande”, já que existe desde o tempo da ocupação dos árabes, tendo inclusive servido para comercializar escravos.</p>
<p>Já nessa altura, segundo reza a história, se faziam romarias em honra de N.ª Sra. das Mercês numa gruta com uma ermida. Contudo mais tarde, o Marquês de Pombal mandou construir um solar junto ao local em 1765 e junto ao solar mandou edificar uma capela em honra de N.ª Sra. “Nesse tempo não era como é hoje, havia menos pessoas”, explicou Alfredo Costa.</p>
<p>De facto, a missa atrai centenas de pessoas, a maior parte das quais não consegue assistir de perto à celebração, que depois seguem as imagens de Santo António, levado por raparigas solteiras, de S. Sebastião, da Sagrada Família e por fim, de N.ª Sra. das Mercês pelas ruas.</p>
<p>A procissão do dia 25 de Outubro não foi excepção e chegou a desviar algumas das gentes que se dirigiam à feira, que seguiram com o cortejo religioso. “Esta feira insere o profano e o religioso e dentro deste âmbito as pessoas vêm à feira e como são crentes, vêm à missa também”, explicou Alfredo Costa. Muitos dos que acompanham a procissão desconhecem, no entanto, a origem da tradição. O que se sabe, segundo contou José Pedro Filipe, um dos elementos da Comissão de Festas do Algueirão, pertencente à Paróquia e responsável pela organização da vertente religiosa, é que no tempo dos muçulmanos, os cristãos eram obrigados a esconder as imagens dos santos que veneravam, sob pena de serem punidos, e uma das formas para o fazer era enterrar as imagens. Ora, junto ao muro que hoje em dia é adjacente à capela, foi descoberta uma imagem de N.ª Sra. das Mercês, intacta, que actualmente mobiliza pessoas de muitas localidades do concelho.</p>
<p>José Pedro Filipe garante, contudo, que desde que conhece as tradições, “há mais de 60 anos”, que o número de participantes tem vindo a diminuir. Uma das razões é o facto de que “há uma grande tendência a acabar com isto” e de que as tradições se têm vindo a perder. “Nós, comissão, vamos fazer de tudo para que isto não acabe”.</p>
<p>Apesar de tudo, Alfredo Costa, da organização da Feira, ressalta que “se a Feira das Mercês tem cá muita gente, nos anos que já passaram e possivelmente nos outros que hãode vir, o dia da procissão é o dia que tem mais”.</p>
<p>
<div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SusKv2vmDlI/AAAAAAAABSA/4SDseGSRsGY/s1600-h/DSCF7703.JPG"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SusKv2vmDlI/AAAAAAAABSA/4SDseGSRsGY/s320/DSCF7703.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398420395598941778" border="0" /></a>Imagem de Santo António</div>
<p>
<div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SusK280aJyI/AAAAAAAABSI/OWK2XqwMCqU/s1600-h/DSCF7707.JPG"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SusK280aJyI/AAAAAAAABSI/OWK2XqwMCqU/s320/DSCF7707.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398420517488830242" border="0" /></a>Imagem de S. Sebastião</p>
<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SusK_Vo_TwI/AAAAAAAABSQ/sa554PW_g5w/s1600-h/DSCF7712.JPG"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SusK_Vo_TwI/AAAAAAAABSQ/sa554PW_g5w/s320/DSCF7712.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398420661590773506" border="0" /></a>Imagem da Sagrada Família</p>
<p></div>
<p>
<div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SusLFAChpkI/AAAAAAAABSY/9Yt6CAkELhU/s1600-h/DSCF7749.JPG"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SusLFAChpkI/AAAAAAAABSY/9Yt6CAkELhU/s320/DSCF7749.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398420758871516738" border="0" /></a>Imagem de N.ª Sra. das Mercês</p>
</div>
<p><span style="font-weight: bold;">Última actividade cultural da Feira</span><br />Realiza-se amanhã, dia 31, a última actividade inserida na Feira das Mercês, pelas 15.30h – a actuação do Rancho Folclórico dos Recreios da Venda Seca. A Feira encerra no dia 1 de Novembro.</p>
<p>texto e fotos: Vanessa Sena Sousa</p>
<div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SusIkDgFgnI/AAAAAAAABRg/Iv8oKM-_DwI/s1600-h/DSCF7733.JPG"><img style="cursor: pointer; width: 250px; height: 187px;" src="http://3.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SusIkDgFgnI/AAAAAAAABRg/Iv8oKM-_DwI/s320/DSCF7733.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398417993841869426" border="0" /></a><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SusIxmajjbI/AAAAAAAABRo/tfWetySOxZM/s1600-h/DSCF7698.JPG"><img style="cursor: pointer; width: 249px; height: 188px;" src="http://3.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SusIxmajjbI/AAAAAAAABRo/tfWetySOxZM/s320/DSCF7698.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398418226552212914" border="0" /></a><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SusJG9dYTkI/AAAAAAAABRw/HVpTIkPAoRs/s1600-h/DSCF7726.JPG"><img style="cursor: pointer; width: 250px; height: 188px;" src="http://1.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SusJG9dYTkI/AAAAAAAABRw/HVpTIkPAoRs/s320/DSCF7726.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398418593515327042" border="0" /></a></p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/wa5Yo9wzpOY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/wa5Yo9wzpOY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/oNn4hGADl2Y&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/oNn4hGADl2Y&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></div>
</div>
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		<title>Tapada das Mercês</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 15:49:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Algueirão - Mem Martins]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Mouro]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Tapada das Mercês]]></category>

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		<description><![CDATA[Feira das Mercês mantém tradições e atrai milhares de visitantes A tradicional e multicentenária Feira das Mercês, no concelho de Sintra, uma das mais castiças feiras do distrito de Lisboa, inaugurou a sua edição de 2009 no passado sábado, dia 17, atraindo ao recinto, como habitualmente, milhares de visitantes. Um certame que vai manter-se até [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:180%;"><span style="font-weight: bold;">Feira das Mercês mantém tradições e atrai milhares de visitantes  </span></span> <span style="font-weight: bold;"> </span>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;"><br />A tradicional e multicentenária Feira das Mercês, no concelho de Sintra, uma das mais castiças feiras do distrito de Lisboa, inaugurou a sua edição de 2009 no passado sábado, dia 17, atraindo ao recinto, como habitualmente, milhares de visitantes. Um certame que vai manter-se até ao dia 1 de Novembro, consagrando o próximo domingo, dia 25, à festividade em honra da padroeira da localidade, N.ª Sr.ª das Mercês, em cuja capela será celebrada missa e de onde sairá a procissão.  </span> <span style="font-weight: bold;"> </span></p>
<p>Com um esplendoroso dia de sol a proporcionar ainda mais brilho ao certame e a convidar as populações a visitá-lo, estas não recusaram o “convite” e invadiram o imenso recinto palco do mesmo nos sábado e domingo passados. E os visitantes dão sempre por bem empregue a visita à feira, onde não faltam atracções para todos os gostos, desde os restaurantes com toda a sua tradicional culinária, de que se destaca a famosa “carne às Mercês”, o leitão de Negrais, as sardinhas, as farturas e as castanhas assadas a inundarem os ares com os seus típicos fumos e odores, a indispensável e muito requisitada água-pé, os produtos hortícolas, a pêra parda, fruto tradicional desta feira, para além da parte cultural, com vários ranchos folclóricos a actuar. Mas também ali se ouviu o ribombar do Grupo de Bombos das Mercês, se verificaram as muitas diversões existentes, com os tradicionais carrosséis para a pequenada e adultos a apelarem a “mais uma viagem”, tudo misturado com os vibrantes pregões dos vendedores de roupas, que atraem a si imensos clientes.</p>
<p>Mas como a chuva é também uma tradição da Feira das Mercês, ela já fez a sua aparição durante alguns dias desta semana, desejando-se que no domingo o bom tempo volte, para proporcionar ainda mais brilho à procissão, que se realizará após a missa, às 15 horas.</p>
<p>
<div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SuG8e34Ji3I/AAAAAAAABLg/b4bLLVIwlgU/s1600-h/DSCF7455.JPG"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SuG8e34Ji3I/AAAAAAAABLg/b4bLLVIwlgU/s320/DSCF7455.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5395801067148118898" border="0" /></a>&#8220;Carne às Mercês&#8221;, acepipe principal da feira</div>
<p><span style="font-weight: bold;">“Dinamizar Festa do Leitão” </span><br />Jornal de Sintra registou as opiniões de alguns feirantes, começando por Luís Galapito, da fábrica e estabelecimento Simões dos Leitões, dos Negrais, com stand na feira para venda da tão apreciada carne, “toda produto nacional”, que no domingo nos disse que “a feira está a decorrer bem, com o bom tempo a ajudar, mas o negócio está fraco, o que acontece a nível do país inteiro, porque há uma crise instalada, e além disso houve pouca divulgação do certame, mas mesmo assim esteve aqui muita gente e fez-se algum negócio, não tanto como desejaríamos, e hoje ainda foi só o segundo dia de feira, pelo que esperamos que no próximo fim-de-semana compareça mais gente”. E Luís Galapito acrescentou: “Mas referindo-me ao negócio do leitão, direi que foi uma pena que deixasse de realizar-se a Festa do Leitão nos Negrais, que atraía muita gente e onde se vendia bem este produto e além disso servia de propaganda a esta indústria da terra e de Sintra, tendo-se realizado a última edição da mesma em 2006. Mas faço votos para que a Câmara e o novo executivo da Junta de Freguesia de Almargem do Bispo se empenhem na dinamização deste certame, que só valoriza a freguesia e o concelho”.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">“Magníficas instalações e boa comida” </span><br />Miguel Pacheco, do restaurante Os Serranos, que há anos faz esta feira, adiantou-nos por sua vez que “o negócio está a decorrer bem, e este sucesso deve-se às magníficas instalações do restaurante e à boa comida que servimos, na qual o prato forte é a ‘carne às Mercês’, embora tenhamos muitos outros pratos, e também à boa gestão proporcionada pelo seu proprietário, Nuno Santos, que dirige esta empresa, que a partir de Maio e até Novembro percorre todo o país, participando nas principais feiras que se realizam”.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">“Negócio esteve fraco” </span><br />Opinião diferente das anteriores manifestou Joaquim Vera Guerreiro, do restaurante O Quinito, que faz a Feira da Mercês há 28 anos, o qual considerou que “o negócio esteve fraco, e atribuo a questão ao facto de a feira estar repartida por dois espaços, com muitos feirantes, sobretudo os das vendas de roupas, sapatos e outros artigos a optarem pela zona da estrada, o que provoca que muitos visitantes não venham cá acima, à zona dos restaurantes, o que nos afecta”. “Mas espero que nos dois próximos fins-de-semana, o primeiro dos quais inclui a missa e a procissão de N.ª Sr.ª das Mercês no domingo, o negócio melhore”, acentuou Joaquim Guerreiro.</p>
<p><span style="font-weight: bold;"> </span> <span style="font-weight: bold;">“Tradição não tem nada a ver com o antigamente” </span><br />João Chalana, residente nos Camarões, freguesia de Almargem do Bispo (Sintra), é o proprietário do Restaurante Chalana, O Transmontano, e faz esta feira há mais de 30 anos, para além de participar nas maiores ou mais famosas feiras do país. Possui também um táxi, pelo que desenvolve a actividade de taxista durante os seis meses de Inverno, porque os meses de Verão são consagrados às feiras. Numa avaliação à Feira das Mercês 2009, João Chalana opinou que “a tradição desta feira já não tem nada a ver com as de antigamente, mesmo considerando só as de há 10 ou 15 anos atrás, e nesta apreciação envolvo todas as feiras do país, porque o mal é geral; as pessoas visitam-nas mas no geral não compram, não fazem refeições, e essa atitude afecta os feirantes, obviamente. Porém, é verdade que existe uma crise económica não só em Portugal mas também mundial, que se reflecte em toda a actividade económica, e as feiras são vítimas disso”. “Além disso, a própria estrutura da feira perdeu qualidade, deixaram de existir as tasquinhas tradicionais, em virtude das novas regras impostas pela autarquia e pela ASAE, e esta actividade de feirante está pela hora da morte, embora muitos de nós vamos resistindo, e enquanto isto for ‘pingando’, dando pelo menos para as despesas, vamos continuando”.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">“Faltam feirantes e as tasquinhas” </span><br />Aníbal Silva, da Associação de Solidariedade Social das Mercês, organizadora da feira, com o apoio da Câmara de Sintra e das Juntas de Freguesia de Rio de Mouro e de Algueirão-Mem Martins, considerou que “a feira nos dois primeiros dias decorreu bem, não tanto como todos desejávamos, porque faltam feirantes, tal como as tasquinhas das carnes fritas, que eram aqui uma tradição, as quais foram proibidas, por exigências sanitárias e de equipamentos por parte da Câmara”. “Por outro lado os vendedores de roupas e calçado optaram por montar os seus estabelecimentos na estrada e no espaço perto da estação da CP, o que provoca que existam menos visitantes no recinto principal da feira, mas de qualquer forma estes dois dias decorreram muito bem e com o bom tempo a ajudar”, frisou Aníbal Silva.<br />Feira das Mercês mantém tradições e atrai milhares de visitantes</p>
<p>A tradicional e multicentenária Feira das Mercês, no concelho de Sintra, uma das mais castiças feiras do distrito de Lisboa, inaugurou a sua edição de 2009 no passado sábado, dia 17, atraindo ao recinto, como habitualmente, milhares de visitantes. Um certame que vai manter-se até ao dia 1 de Novembro, consagrando o próximo domingo, dia 25, à festividade em honra da padroeira da localidade, N.ª Sr.ª das Mercês, em cuja capela será celebrada missa e de onde sairá a procissão.</p>
<p>Com um esplendoroso dia de sol a proporcionar ainda mais brilho ao certame e a convidar as populações a visitá-lo, estas não recusaram o “convite” e invadiram o imenso recinto palco do mesmo nos sábado e domingo passados. E os visitantes dão sempre por bem empregue a visita à feira, onde não faltam atracções para todos os gostos, desde os restaurantes com toda a sua tradicional culinária, de que se destaca a famosa “carne às Mercês”, o leitão de Negrais, as sardinhas, as farturas e as castanhas assadas a inundarem os ares com os seus típicos fumos e odores, a indispensável e muito requisitada água-pé, os produtos hortícolas, a pêra parda, fruto tradicional desta feira, para além da parte cultural, com vários ranchos folclóricos a actuar. Mas também ali se ouviu o ribombar do Grupo de Bombos das Mercês, se verificaram as muitas diversões existentes, com os tradicionais carrosséis para a pequenada e adultos a apelarem a “mais uma viagem”, tudo misturado com os vibrantes pregões dos vendedores de roupas, que atraem a si imensos clientes.</p>
<p>Mas como a chuva é também uma tradição da Feira das Mercês, ela já fez a sua aparição durante alguns dias desta semana, desejando-se que no domingo o bom tempo volte, para proporcionar ainda mais brilho à procissão, que se realizará após a missa, às 15 horas.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">“Dinamizar Festa do Leitão” </span><br />Jornal de Sintra registou as opiniões de alguns feirantes, começando por Luís Galapito, da fábrica e estabelecimento Simões dos Leitões, dos Negrais, com stand na feira para venda da tão apreciada carne, “toda produto nacional”, que no domingo nos disse que “a feira está a decorrer bem, com o bom tempo a ajudar, mas o negócio está fraco, o que acontece a nível do país inteiro, porque há uma crise instalada, e além disso houve pouca divulgação do certame, mas mesmo assim esteve aqui muita gente e fez-se algum negócio, não tanto como desejaríamos, e hoje ainda foi só o segundo dia de feira, pelo que esperamos que no próximo fim-de-semana compareça mais gente”. E Luís Galapito acrescentou: “Mas referindo-me ao negócio do leitão, direi que foi uma pena que deixasse de realizar-se a Festa do Leitão nos Negrais, que atraía muita gente e onde se vendia bem este produto e além disso servia de propaganda a esta indústria da terra e de Sintra, tendo-se realizado a última edição da mesma em 2006. Mas faço votos para que a Câmara e o novo executivo da Junta de Freguesia de Almargem do Bispo se empenhem na dinamização deste certame, que só valoriza a freguesia e o concelho”.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">“Magníficas instalações e boa comida” </span><br />Miguel Pacheco, do restaurante Os Serranos, que há anos faz esta feira, adiantou-nos por sua vez que “o negócio está a decorrer bem, e este sucesso deve-se às magníficas instalações do restaurante e à boa comida que servimos, na qual o prato forte é a ‘carne às Mercês’, embora tenhamos muitos outros pratos, e também à boa gestão proporcionada pelo seu proprietário, Nuno Santos, que dirige esta empresa, que a partir de Maio e até Novembro percorre todo o país, participando nas principais feiras que se realizam”.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">“Negócio esteve fraco” </span><br />Opinião diferente das anteriores manifestou Joaquim Vera Guerreiro, do restaurante O Quinito, que faz a Feira da Mercês há 28 anos, o qual considerou que “o negócio esteve fraco, e atribuo a questão ao facto de a feira estar repartida por dois espaços, com muitos feirantes, sobretudo os das vendas de roupas, sapatos e outros artigos a optarem pela zona da estrada, o que provoca que muitos visitantes não venham cá acima, à zona dos restaurantes, o que nos afecta”. “Mas espero que nos dois próximos fins-de-semana, o primeiro dos quais inclui a missa e a procissão de N.ª Sr.ª das Mercês no domingo, o negócio melhore”, acentuou Joaquim Guerreiro.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">“Tradição não tem nada a ver com o antigamente” </span><br />João Chalana, residente nos Camarões, freguesia de Almargem do Bispo (Sintra), é o proprietário do Restaurante Chalana, O Transmontano, e faz esta feira há mais de 30 anos, para além de participar nas maiores ou mais famosas feiras do país. Possui também um táxi, pelo que desenvolve a actividade de taxista durante os seis meses de Inverno, porque os meses de Verão são consagrados às feiras. Numa avaliação à Feira das Mercês 2009, João Chalana opinou que “a tradição desta feira já não tem nada a ver com as de antigamente, mesmo considerando só as de há 10 ou 15 anos atrás, e nesta apreciação envolvo todas as feiras do país, porque o mal é geral; as pessoas visitam-nas mas no geral não compram, não fazem refeições, e essa atitude afecta os feirantes, obviamente. Porém, é verdade que existe uma crise económica não só em Portugal mas também mundial, que se reflecte em toda a actividade económica, e as feiras são vítimas disso”. “Além disso, a própria estrutura da feira perdeu qualidade, deixaram de existir as tasquinhas tradicionais, em virtude das novas regras impostas pela autarquia e pela ASAE, e esta actividade de feirante está pela hora da morte, embora muitos de nós vamos resistindo, e enquanto isto for ‘pingando’, dando pelo menos para as despesas, vamos continuando”.</p>
<div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SuG8w4umSoI/AAAAAAAABLo/YifQWiaQUY8/s1600-h/DSCF7445.JPG"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/SuG8w4umSoI/AAAAAAAABLo/YifQWiaQUY8/s320/DSCF7445.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5395801376614140546" border="0" /></a>Farturas também atraem muita clientela</p>
</div>
<p><span style="font-weight: bold;">“Faltam feirantes e as tasquinhas” </span><br />Aníbal Silva, da Associação de Solidariedade Social das Mercês, organizadora da feira, com o apoio da Câmara de Sintra e das Juntas de Freguesia de Rio de Mouro e de Algueirão-Mem Martins, considerou que “a feira nos dois primeiros dias decorreu bem, não tanto como todos desejávamos, porque faltam feirantes, tal como as tasquinhas das carnes fritas, que eram aqui uma tradição, as quais foram proibidas, por exigências sanitárias e de equipamentos por parte da Câmara”. “Por outro lado os vendedores de roupas e calçado optaram por montar os seus estabelecimentos na estrada e no espaço perto da estação da CP, o que provoca que existam menos visitantes no recinto principal da feira, mas de qualquer forma estes dois dias decorreram muito bem e com o bom tempo a ajudar”, frisou Aníbal Silva.</p>
<p>texto e fotos: António Faias</div>
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		<title>Alto do Carenque, Mercês e Meleças</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 13:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meleças]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Tapada das Mercês]]></category>

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		<description><![CDATA[Conduta adutora vê negado o apoio comunitário do QREN Foi apresentada, no dia 23 de Setembro, a primeira fase da empreitada do Sistema Adutor Principal – Conduta Adutora entre os reservatórios do Alto do Carenque e o das Mercês. Apesar de esta ser uma obra importante, uma vez que assegura o abastecimento de água para [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/Stm4ykicf2I/AAAAAAAABHI/b_SzoGagtCg/s1600-h/conduta1.JPG"><img style="cursor: pointer; width: 220px; height: 166px;" src="http://2.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/Stm4ykicf2I/AAAAAAAABHI/b_SzoGagtCg/s320/conduta1.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5393545207693999970" border="0" /></a><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/Stm4hYKBpFI/AAAAAAAABHA/ce_9wFT9c8w/s1600-h/conduta5.JPG"><img style="cursor: pointer; width: 220px; height: 165px;" src="http://2.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/Stm4hYKBpFI/AAAAAAAABHA/ce_9wFT9c8w/s320/conduta5.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5393544912312575058" border="0" /></a><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/Stm49RsF6JI/AAAAAAAABHQ/up6gS4RXU90/s1600-h/conduta2.JPG"><img style="cursor: pointer; width: 220px; height: 166px;" src="http://2.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/Stm49RsF6JI/AAAAAAAABHQ/up6gS4RXU90/s320/conduta2.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5393545391612749970" border="0" /></a></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;"><span style="font-size:180%;">Conduta adutora vê negado o a<br />poio comunitário do QREN</span> </span>  <span style="font-weight: bold;"></p>
<p>Foi apresentada, no dia 23 de Setembro, a primeira fase da empreitada do Sistema Adutor Principal – Conduta Adutora entre os reservatórios do Alto do Carenque e o das Mercês. Apesar de esta ser uma obra importante, uma vez que assegura o abastecimento de água para todo o concelho, o apoio comunitário foi-lhe negado. No entanto, a segunda fase prosseguirá com ou sem este apoio. </span></p>
<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/Stm5LVWTcDI/AAAAAAAABHY/SdRoZHcJqpk/s1600-h/conduta3.JPG"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/Stm5LVWTcDI/AAAAAAAABHY/SdRoZHcJqpk/s320/conduta3.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5393545633113272370" border="0" /></a>A primeira fase da empreitada do Sistema Adutor Principal, que liga os reservatórios do Alto do Carenque e o das Mercês, foi dada como concluída um ano após o início das obras e apresentada publicamente no dia 23 de Setembro. Os quatro quilómetros de conduta, entre a Ribeira da Carregueira e Meleças, representam um investimento de quase quatro milhões e meio de euros e fazem parte de um total de 10 quilómetros de obra, que têm como objectivo melhorar a qualidade de abastecimento de água no concelho.</p>
<p>A cerimónia foi conduzida pelo presidente da Câmara Municipal de Sintra, Fernando Seara e pelo presidente do conselho administrativo e pelo vogal dos SMAS, Baptista Alves e Cardoso Martins, respectivamente. Esta nova conduta será uma forma de acabar com as “enormes perdas de água associadas à velha conduta, estimadas em um a 1,5 milhões de metros cúbicos por ano” e com os “elevadíssimos custos de manutenção”, bem como garantir um “sistema mais seguro e fiável, mais amigo do ambiente e mais eficiente”, segundo Baptista Alves.</p>
<p>As principais dificuldades da obra foram a interligação com a conduta já existente, desgastada pelo tempo, e a compatibilização com os trabalhos em curso no IC16 e IC30. As preocupações consistiram nas possíveis falhas no abastecimento da rede e nos terrenos privados em redor da obra.</p>
<p>Terminada a primeira fase, a segunda, que abrange seis quilómetros entre a Ribeira da Carregueira e o Alto do Carenque, prosseguirá a partir do próximo ano e terá um prazo previsto de 12 meses.</p>
<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/Stm5dq688-I/AAAAAAAABHg/HuZgdun6Wo0/s1600-h/conduta4.JPG"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/__J7f0xmW04k/Stm5dq688-I/AAAAAAAABHg/HuZgdun6Wo0/s320/conduta4.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5393545948141777890" border="0" /></a><span style="font-weight: bold;">Conduta prossegue mesmo sem apoio comunitário</span><br />Os SMAS de Sintra e a própria autarquia demonstraram a sua indignação pela decisão da estrutura nacional do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional) de não aprovar a candidatura do projecto, que permitiria que a obra fosse financiada em 70% por fundos comunitários. Assim sendo, o conselho de administração dos SMAS interpôs uma providência cautelar contra a rejeição, esperando “que seja feita justiça”, como o explicou Baptista Alves.</p>
<p>A intervenção na conduta, considerada “inadiável”, foi financiada com “verbas próprias”, declarou o responsável, sublinhando o “esforço financeiro” a que os SMAS ficaram sujeitos numa obra que, não sendo feita, poderia “deixar 500 mil pessoas sem água de um momento para o outro”.</p>
<p>O presidente da Câmara, Fernando Seara, foi mais longe: “as regras para o apoio comunitário foram alteradas desde o momento em que apresentámos a candidatura até ao momento em que foi ponderada e apreciada” e “as regras foram alteradas para que esta obra não fosse objecto de aprovação por parte da estrutura nacional do QREN”, ressaltou. De facto, de acordo com o autarca, o que a Câmara Municipal, em conjunto com o conselho de administração da EPAL, fez foi “assumir uma responsabilidade de Estado”. No próximo ano, “vamos à segunda parte da obra, porque Sintra assim o exige”, rematou.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Uma conduta com história</span><br />A história foi o prato forte no discurso dos SMAS, representados por Cardoso Martins. De acordo com registos, Francisco de Holanda, que viveu na zona de Camarões, no concelho, terá apresentado ao rei D. Sebastião, por volta de 1570, uma proposta de criação de um sistema de abastecimento de água à cidade de Lisboa, sugerindo que se aproveitasse os vestígios de um antigo aqueduto romano. Terá sido aí que nasceu a ideia de aproveitar as águas do Vale da Ribeira de Carenque, hoje e na altura localizado em Belas, para abastecer a capital. O troço da conduta concluído no dia 23 de Setembro foi instalado paralelamente aos vestígios dessa velha conduta.</p>
<p>Em 1620, como referiu o vogal dos SMAS, o rei D. Filipe II lançou um imposto “real da água” sobre a carne e o vinho, para financiar o sistema de abastecimento de água à capital. O dinheiro, contudo, não foi utilizado para esse fim e em 1728, foi lançado um novo imposto sobre alguns produtos alimentares para financiar o conhecido Aqueduto das Águas Livres, que contribuiu para que Lisboa, 20 anos depois, passasse a ter 1300 metros cúbicos de água por dia, um terço do actual volume por hora.</p>
<p>O responsável sublinhou que não foi lançado nenhum imposto para realizar esta obra, já que “os tempos são outros, são os tempos do QREN” e que o Aqueduto das Águas Livres funcionou por cerca de 250 anos, suportando inclusive terramotos, da mesma forma que a sucessora da Companhia das Águas Livres de Lisboa, a EPAL, “forneceu água a Sintra através uma conduta adutora DN 1000 em betão pré-esforçado, cerca de 30 anos”. Contudo, “os tempos pressionaram de tal forma a velha conduta” que foram necessárias intervenções que continuarão, numa segunda fase, no próximo ano.</p>
</div>
<p>texto e fotos: Vanessa Sena Sousa</p>
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		<title>Tapada das Mercês/Rinchoa</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 13:43:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Tapada das Mercês]]></category>

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		<description><![CDATA[Feira das Mercês De 17 de Outubro a 1 de Novembro Realiza-se entre o próximo dia 17 e 1 de Novembro a tradicional e multicentenária Feira das Mercês, que atrai ao recinto de festas, como sempre, milhares de visitantes. Nesta importante e castiça feira do distrito de Lisboa estão patentes as mais diferentes atracções, tais [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><font style="font-weight: bold;" size="5">Feira das Mercês </font></p>
<p><font style="font-weight: bold;">De 17 de Outubro a 1 de Novembro<br /></font>
<div style="text-align: justify;"><font style="font-weight: bold;">Realiza-se entre o próximo dia 17 e 1 de Novembro a tradicional e multicentenária Feira das Mercês, que atrai ao recinto de festas, como sempre, milhares de visitantes. </font></p>
<p>Nesta importante e castiça feira do distrito de Lisboa estão patentes as mais diferentes atracções, tais como a restauração – onde a tradicional carne às Mercês é prato obrigatório –, produtos regionais, “stands” de venda dos mais diferentes artigos e muitas diversões. Aqui não faltará também a água-pé, muito apreciada pelos indefectíveis desta bebida e que constitui mais uma tradição sempre presente nesta feira.</p>
<p>Do programa do certame consta também a parte cultural e religiosa, com a primeira preenchida com a actuação de alguns ranchos folclóricos, tais como o de Belas (dia 17), “As Vendedeiras Saloias de Sintra” (dia 18), Cultural da Rinchoa (dia 24) e Recreios da Venda Seca (dia 31), actuando todos às 15.30. O dia 25 será consagrado a N.ª Sr.ª das Mercês, com a celebração de missa solene às 15 h, seguida de procissão.</div>
<p></p>
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		<title>Exposição de Fotografia e Artes Plásticas</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 17:31:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Sena Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Tapada das Mercês]]></category>

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		<description><![CDATA[No passado sábado, 18 foram entregues na Casa da Juventude prémios para os melhores trabalhos nas categorias de publicidade, docomentários, paisagens, monumentos, retratos, figuras humanas, instalações, quadros e painéis atribuídos no âmbito do Festival de Fotografia e Artes Plásticas associado ao 4.º Festival de Vídeo Jovem de Sintra. Este concurso envolveu alunos das escolas secundárias [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No passado sábado, 18 foram entregues na Casa da Juventude prémios para os melhores trabalhos nas categorias de publicidade, docomentários, paisagens, monumentos, retratos, figuras humanas, instalações, quadros e painéis atribuídos no âmbito do Festival de Fotografia e Artes Plásticas associado ao 4.º Festival de Vídeo Jovem de Sintra. Este concurso envolveu alunos das escolas secundárias e EB 2.3 do concelho de Sintra, tendo concorrido 20 filmes, 40 fotografias e 13 obras de artes plásticas.</p>
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